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“ALGUÉM TINHA QUE DAR UM CHOQUE DE REALIDADE NO FLAMENGO”

Entrevista – Paulo Pelaipe

Por em setembro 26, 2013

Pelaipe - 001O Falando de Flamengo foi ao hotel onde fica concentrado o Mais Querido, na última quarta-feira, para entrevistar o Diretor Executivo de Futebol, Paulo Pelaipe. Encontramos o Diretor e o Vice de Futebol em conversa descontraída. Depois do papo informal, o VP se despediu e foi para junto dos jogadores. Iniciamos a conversa para a entrevista e, mesmo antes das perguntas, Paulo Pelaipe, com sua seriedade característica, fez questão de nos contar os caminhos percorridos até chegar ao Flamengo:

Paulo Pelaipe iniciou seu trabalho com futebol em 1977, como auxiliar do diretor de futebol de salão da Sociedade Gondoleiros de Porto Alegre. Após saída do diretor, assumiu o futebol de salão e em 1978 foi Campeão do Estado do Rio Grande do Sul; no anos seguintes conquistou o título da cidade de Porto Alegre e novamente o Estadual.

Com os resultados obtidos, recebeu convite do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense para remontar o futebol de salão do tricolor gaúcho. Atuou em várias áreas do clube de forma amadora. Nos anos de 1997 e 1998, assumiu como Diretor do Futebol Profissional, dando início a um novo momento de sua trajetória.

Paralelamente atuou no ramo de seguros por 16 anos e chegou a ter seu próprio negócio. Mas o futebol falou mais alto e, depois de um convite do Fortaleza Esporte Clube, optou por se dedicar apenas ao esporte, deixando os negócios pessoais a cargo da família. Permaneceu um período em Fortaleza, atuou como consultor de alguns clubes, até que em 2011 recebeu, novamente, um chamado do Sul, para assumir, mais uma vez, o cargo de Diretor de Futebol no Grêmio, onde permaneceu entre os anos de 2011 e 2012.

Depois de conhecer o resumo do caminho profissional de Paulo Pelaipe iniciamos nossa entrevista focando na experiência que certamente representa o auge de sua vida profissional: ser Diretor Executivo do Futebol do maior clube do Brasil.

Como Paulo Pelaipe chegou ao Flamengo?

20121211153556_702Em Novembro de 2012, antes das eleições, fui convidado para uma primeira reunião com Luiz Eduardo Baptista em São Paulo. Foi a primeira conversa com o Flamengo. Após ganharem as eleições tivemos uma nova reunião, no dia cinco de Dezembro, no escritório do Wallim. Conversamos por umas 3 horas eu, o Wallim, o Presidente Bandeira, o Bap e o Flávio Godinho [ex VP de Relações Externas]. No dia nove de Dezembro eles voltaram a me procurar e me informaram que eu tinha sido escolhido para assumir o futebol do Flamengo. Me pediram para ir ao clube no dia onze para ser apresentado. Vim só para a apresentação e pretendia retornar ao Rio Grande do Sul, mas fiquei.

Quando você chegou ao Flamengo, o que encontrou?

Chegando aqui, comecei a ver que a estrutura ainda não tinha um planejamento. Conversei muito com o Zinho, que já tinha sido meu jogador no Grêmio, e me recebeu muito bem. Começamos a ver o que teríamos que fazer para iniciar o ano e com isso eu já não sai mais daqui. O Flamengo tinha débito de 5 meses com um jogador, 8 meses com outro. Eu fui atuar diretamente com os jogadores, seus representantes e com a situação do Zinho que ainda era indefinida. Ele acabou não ficando apenas por não chegarmos a um acordo financeiro, mas ele me passou todas as pendências e eu já pude iniciar o trabalho.

E quanto ao Centro de Treinamento?

O Ninho encontrava-se numa situação precária, os campos sem condições. Em Dezembro não tinha nem água para regar os campos e, com muita dificuldade, sem recursos, iniciamos um trabalho.

Você já sabia que os recursos seriam poucos?

A diretoria foi muito transparente comigo. Deixaram claro que seria um ano muito difícil. Não me prometeram nada.

Nesta perspectiva, como fazer contratações? E como absorver as críticas em relação a elas?

Todos os jogadores que vieram para cá, vieram por indicação de treinadores. O Elias, o Carlos Eduardo e o Gabriel, vieram por indicação do Dorival Junior e a diretoria aprovou o nome deles. O grande problema do Flamengo era esse. 20130112120631_578É que não podiam fazer contratações, porque tinham dívidas com vários jogadores. Também é importante deixar claro, aqui, qual é a função do diretor executivo: É ele quem executa a política de futebol da diretoria. Existe uma diretoria: Presidente, Vice-presidentes, e aqui o Vice-Presidente de Futebol [Wallim], que é uma pessoa que me dá todo apoio, por quem eu tenho o maior respeito. Trabalhamos em comum acordo, juntos. Nada é feito apenas por mim. Sempre sou participativo, dou minha opinião quando sou consultado, mas no final, o trabalho é feito em equipe.

Como vocês lidam com estas pendências?

Hoje nós temos uma terceira folha que, em números, talvez já chegue a 1 milhão de Reais. São jogadores que não são aproveitados. Que o Flamengo paga salário sem o atleta estar jogando. Isso porque foram feitos contratos longos. Antigamente você poderia fazer um acordo dispensando o jogador e pagar 50% do que faltava até o termino do contrato. A lei 12.395 de 2011, que foi importante porque protegeu os clubes no critério de formação de atletas, foi madrasta neste aspecto. Com a Lei Pelé, se o clube contrata um jogador e faz um contrato pequeno, com uma multa rescisória pequena e o jogador dá certo, você é criticado. Se faz um contrato longo, com multa alta e o jogador não dá certo, você também é criticado. É uma situação difícil.

Qual foi a política adotada para dar respostas a esta dificuldade?

Nós investimos em um jogador, o Gabriel, que tinha sido a revelação do Campeonato Brasileiro [2012]. Vários clubes o queriam e o trouxemos. Os demais, emprestados, sem ter que comprar ou pagar passe, pagando apenas salário e imagem. Nessa linha de raciocínio, passamos a avaliar os jogadores por um período. Ao término desse período se o jogador não corresponder, voltará para o seu clube. Se o Flamengo o aprovar, já tem um preço e valores de salário fixados. Quando você traz um jogador por empréstimo (já com valor do passe amarrado, com valor pré fixado, de 100% do passe, ou 50% do passe, já com período de contrato que o clube vai fazer, com valores de remuneração já definidos), você não perde o jogador. E foi isso que nós fizemos. Também pegamos os meninos da base, acertamos a vida deles, prolongamos os contratos, promovemos os jogadores e começamos a dar oportunidade para eles. Outra política adotada foi a de trazer apostas, porque na situação que o Flamengo estava, não tínhamos condições de contratar jogadores.

Como você vê as críticas a estas apostas?

Na minha posição de Diretor Executivo, era muito mais fácil contratar jogadores que dessem resultados imediatos. Eu teria a torcida do meu lado. Mas é importante reforçar que a diretoria sempre foi clara, e disse que este ano seria um ano de dificuldades. Eu tenho o maior respeito pelo torcedor do Flamengo. Eu entendo a torcida. O torcedor do Flamengo é apaixonado e a gente entende isso, mas alguém tinha que dar um choque de realidade no Flamengo. Infelizmente estamos passando por este mau momento.

20130510135228_604E o futuro: 2014, 2015?

O Flamengo vai ter, até pela sua grandeza e pela sua força, e se continuarem com esta política de honrar os compromissos como estão fazendo, já no próximo ano uma condição melhor e em 2015, melhor ainda.

E a questão dos salários atrasados?

Esta diretoria é muito correta. Olha de frente pro jogador. Não foge dos problemas. A diretoria prometeu que cumpriria o salário de carteira até o quinto dia útil do mês e desde Fevereiro vem honrando. O direito de imagem, que ficou acordado pagar sempre no dia 25 deu um problema. A diretoria conversou com os jogadores de forma clara e transparente, e com isso os jogadores confiam no trabalho da direção.

Na entrevista que fizemos recentemente com o Wallim, ele nos disse que você era unanimidade no Conselho Diretor. Como é sua relação com eles, os Vice-Presidentes, mesmo nesse momento mais complicado? 

Meu relacionamento é excelente com todos os vice presidentes e funcionários das áreas relacionadas ao futebol. O futebol tem que ter regras, seguir uma política. Naquele momento, o Flamengo tinha que dar um basta em coisas como: ficar meses devendo jogador, contratar e não pagar, contratar um jogador por 5 milhões e depois dar o passe livre ao atleta. 20121211153754_319A diretoria atual não permite mais estas práticas. O torcedor tem o direito de reclamar porque ele é a razão de ser do clube. O clube é da torcida, do verdadeiro torcedor que ajuda, frequenta estádio, incentiva. Só que, se não houvesse uma decisão desta de colocar os impostos em dia, de colocar a saúde financeira do Flamengo em dia, como disse o VP de Finanças, Rodrigo Tostes, há uns meses, o Flamengo hoje não estaria vivo. Então eu não faço nada no futebol que não tenha aprovação, nem o Wallim faz nada sem antes compartilhar com os demais VPs. Conversamos também com os treinadores. Aqui não contratamos nenhum jogador que o treinador não queira. Já tivemos momentos em que não contratamos jogadores solicitados pelo treinador, pelo fato de não termos recursos para investir. Mas no momento que a bola não entra, alguém tem que pagar. E aí entendemos a torcida que “bate” no Presidente, no Diretor e no Vice Presidente.

Falando em conversar com os treinadores, depois da saída do Mano, vocês já conversaram? Já é possível esclarecer o que motivou a saída dele?

Ainda não estive com o Mano após a saída dele. Fomos todos pegos de surpresa. O Mano tem um histórico de 2 anos e 10 meses no Grêmio e 2 anos e 10 meses no Corinthians. Eu respeito a decisão dele, mas não entendo o motivo. Foi realmente surpreendente para toda direção, comissão técnica e jogadores. Não houve nada de mal entre o Mano e o Flamengo.

Você acredita que o Mano perdeu o comando do time?

Não acho que perdeu o comando. Foi alguma coisa de foro íntimo. Não posso aqui ficar pensando o que aconteceu. Só ele um dia poderá dizer o porquê.

Circulou na imprensa que ele havia pedido a punição dos atletas envolvidos na “festa” que terminou com a batida de carro do jogador Andre Santos, e que você teria negado esse pedido. Isso aconteceu?

Não aconteceu festinha. Os jogadores após o treino de segunda estavam de folga e se reuniram para um churrasco que acabou por volta das 22 horas. O jogador possui uma vida social em seu momento de folga. Ele tem que saber ter conduta, ter postura. Não aconteceu isso de pedir punição ao jogador. Isso não foi motivo para saída do Mano, porque isso não aconteceu.

Pelaipe - Entrevista 001Mas você acha que o jogador deve ser punido em casos como estes?

Nós temos as nossas normas e agimos internamente. Tem dirigente que joga pra plateia. Nós não jogamos pra plateia. Nós não tivemos qualquer problema de indisciplina no Flamengo. Nós temos normas, temos condutas, respeitamos os jogadores e eles nos respeitam. O jogador sabe quais são as regras e as normas. Hoje não temos nada que fira a imagem dos jogadores. Escândalos, como tínhamos nos anos anteriores.

Segundo a Imprensa o Bap (VP de Marketing) teria tomado a frente numa negociação com o técnico Abel Braga. Esta negociação não deveria ser feita pelo Diretor Executivo?

Quando ficou definido que o salário do Dorival estava acima da política financeira e ele saiu do clube, quem conversou com o Jorginho foram o Flávio Godinho, o Rodrigo Tostes e o Wallim. Conversaram com Jorginho, apresentaram o projeto do Flamengo e depois o assunto passou para mim. Eu me reuni com o empresário do Jorginho, acertamos contratos, o advogado do futebol do Flamengo junto, e montamos tudo dentro do que a diretoria passou. Quando você trabalha em grupo, sem vaidade, não tem quem fale ou quem não fale. Você não se diminui. Existe uma maneira de trabalhar. No caso do Mano, quem conversou com ele, na casa do Bap em São Paulo, foram o Bap, o Wallim e o Tostes. Eles que apresentaram ao Mano o projeto do clube. Apenas em alguns aspectos eu participei da vinda dele. O Bap e o Wallim conversaram com o Abel. Isso não diminui o papel do executivo do futebol, porque são eles que precisam mostrar ao treinador o projeto do Flamengo. Eu sou funcionário. Se depois que eles conversarem houver um acerto, ai passa para minha responsabilidade. É uma política do clube. A diretoria negocia o que é estratégico para o clube.

Então este caso não teve relação com o seu desafeto com o Abel? Isso não atrapalharia um possível acerto para 2014?

Não temos nenhum desafeto. O que houve foi uma declaração minha sobre arbitragem e o Abel deu uma resposta inteligente. Mas existe, da minha parte para com ele, respeito e dele para mim também. O Abel foi um treinador Campeão da América, Campeão do Mundo, Campeão Brasileiro. É uma pessoa de um nível intelectual superior. Não existe absolutamente nada com o Abel. Em 2007 tive uma disputa muito mais intensa com o Luxemburgo, ele defendendo o Santos e eu defendendo o Grêmio, e depois disso trabalhei com ele no Grêmio por 10 meses e foi um privilégio. Uma coisa é quando você esta em um clube defendendo os interesses deste clube e você defende a camisa que está vestindo. Isso não quer dizer que eu não vá admirar outros profissionais que defendem outros clubes. Não existe desafeto. Eu trabalho com qualquer treinador que a diretoria contratar. Sou funcionário do clube ao qual devo lealdade, assim como às pessoas com quem trabalho. Se for decisão da diretoria, em 2014, trazer o Abel, ele terá meu apoio e minha lealdade. Não é porque, hoje, estamos em clubes diferentes, defendendo interesses diferentes, que não podemos ter um bom relacionamento. Eu nunca tive qualquer problema com as pessoas com quem trabalhei no futebol.

Com a recusa do Abel, o Jayme de Almeida é a sua escolha? Existem outros nomes do mercado que você apostaria?

O Jayme é um quadro qualificado que o Flamengo tem. É uma pessoa competente, que os jogadores respeitam muito. Acredito que ele tem todas as condições de fazer um bom trabalho e levar a bom termo este grupo de profissionais. Nós não falamos em outros nomes. O único nome falado pela diretoria foi este que a imprensa noticiou (Abel). Outros nomes não foram procurados. A gente dá opinião quando é chamado a dar opinião. A diretoria me chama e pergunta. Mas eu executo aquilo que é determinado. Esta é a função do executivo: controlar treinamentos, ver contratos, proteger o clube, conhecer as regras, as leis, as normas, garantir que as normas sejam executadas. Tudo isso, sempre em conjunto e sintonia com a diretoria. É importante esclarecer que o executivo é um participante do processo. O executivo é diferente do VP, que não pode, como eu, chegar ao Ninho às 8h e sair às 20h.

Mas o VP de Futebol é informado do que acontece?

Faço minha função de repassar um relatório diariamente ao VP de Futebol. O Diretor Executivo é a pessoa do dia-a-dia do jogador. Sou a pessoa em quem os jogadores e a comissão técnica têm que confiar. Na minha posição eu tenho que ter o equilíbrio necessário para passar tudo para ele [VP de Futebol] e isso nós não discutimos em público. As decisões estratégicas do futebol têm que ser fechadas, ainda mais hoje em dia, com internet e essas coisas. Eu não tenho nada disso, Twitter, Facebook… Temos que ter muito cuidado no nosso posicionamento ao público porque pode destruir um trabalho. Sempre tenho meu ponto de vista e a minha opinião e tudo isso é dito ao Wallim. Ele sabe o que eu penso e os meus pontos de vista. É pra ele que eu tenho que passar tudo o que penso.

20130724143018_455Você percebeu se os jogadores abraçaram o Jayme de Almeida como novo Comandante?

Os jogadores são profissionais e têm um grande respeito pelo Jayme porque, além de ter uma história bonita como atleta, ele é um grande homem, uma pessoa correta e tem muito conhecimento de futebol. Todos os jogadores estão motivados, porque eles jogam por eles, pela família deles, jogam pelo clube, pela torcida. É o trabalho deles que está em jogo.

Como você avalia o desempenho do Carlos Eduardo e do André Santos? Hoje, você ainda os contrataria?

O Carlos Eduardo é um jogador que ficou 2 anos parado. Veio de lesões e lhe foi colocada uma responsabilidade muito acima do que ele poderia corresponder. Ainda assim é o melhor jogador que nós temos. Zico foi só um. Toda hora cria-se uma expectativa em jogadores que se destacam um pouco. Não é possível acreditar que vai chegar um jogador aqui e jogar mais que o Zico. O André Santos foi um pedido do Mano e é um jogador com qualidade que logo que chegou, pelas circunstâncias, teve que jogar, sem que fosse possível uma preparação mais adequada.

Qual a sua visão em relação ao desempenho do Flamengo na temporada?

Hoje o Campeonato Brasileiro está nivelado. Se você pensar positivamente o Flamengo está a 5 pontos do 8º lugar. Mas se você quiser ser pessimista, sempre vai dizer que está a 2 pontos da zona de rebaixamento.

Possibilidade de rebaixamento?

Isso não existe! Essa palavra não passa na cabeça de ninguém!

Quais os planos do Pelaipe até o fim do ano e para 2014?

Tenho meu compromisso com o Flamengo até o final do ano. Vou honrá-lo e depois vamos ver como ficará 2014.

Participaram da entrevista: PC Pereira e André Pinto
Fotos: Alexandre Vidal

0 Comments

  1. Jorge Antonio Coutinho Ferreira - 64

    26 de setembro de 2013 at 22:04

    Não me impressiona o dito pelo PP. Aliás, como bem ele disse, é um funcionario/contratado do Clube, e como tal, não poderia ter outra postura de entrevistado. O que me intriga mesmo é a FALTA DE COMANDO NO FUTEBOL, É A FALTA DE ALGUEM DE PULSO QUE POSSA EXIGIR DO ATLETA UM COMPORTAMENTO CONDIZENTE DENTRO DE CAMPO, À ALTURA DA TRADIÇÃO DO CLUBE E COM O RESPEITO QUE ESSA IMENSA TORCIDA MERECE. Jamais, exigiremos que o ‘atual elenco’ seja o campeão, aquele time imbativel, o vencedor de todos os jogos. Queremos sim, um comprometimento deles de LUTA, RAÇA, DETERMINAÇÃO E RESPEITO AO MANTO SAGRADO. Queremos sim que os seus desempenhos demonstrem, para nós torcedores, a COMPETIVIDADE e o DESEJO de, no minimo, ‘vender caro uma possivel derrota’. Não queremos ‘brincadeirinhas’ em campo, passe de calcanhar ou desleixo no jogo, como aconteceu no ultimo classico. QUEREMOS SERIEDADE E CONCENTRAÇÃO NA JOGADA, POIS SO ASSIM, SE CHEGA AO SUCESSO, Á VITORIA. E A QUEM CABERIA ESSA COBRANÇA, SENÃO AO PP, QUE É O ELO DE LIGAÇÃO ENTRE A EQUIPE E A DIRETORIA? Por isso, meu caro PP, como dito, não me impressiona suas palavras. E, finalmente, quanto às contratações horriveis feitas pelo FLA, se a voce não corresponde ou, na melhor das hipoteses, não tem suas aprovações, que está voce fazendo ai? Não lhe seria mais interessante um pijama?

  2. VARNEYJOSE

    26 de setembro de 2013 at 22:26

    Não existe perspectiva para PELAIPE no FLAMENGO/2014…
    o fracasso na atual campanha define um sentimento de falta de esperança que o torcedor rubronegro não quer se habituar a curtir…
    Desculpas como falta de recursos, erros de outras administrações, já não importam mais na avaliação do momento presente do time…
    Pedir paciencia, prometer vitórias para 2015, não faz sentido para um torcedor que se acostumou a ser favorito nos campeonatos que disputa, e nunca simples participante.
    A verdade é que as decisões na escolha dos nomes contratados este ano foram equivocadas; jogadores que produzem mal por falta de qualidade ou prejudicados por lesões cronicas; dois técnicos incapazes de incutir um espírito competitivo ao time…
    Quem é o culpado pela montagem desse elenco que não representa o anseio da torcida !?
    A diretoria eleita tem ainda mandato a cumprir; mas PELAIPE é empregado sob contrato, e não se pode permitir que venha repetir na próxima temporada o fracasso em que se afundou esse ano.

    • Roger Silva

      27 de setembro de 2013 at 09:33

      COMO ASSIM CARA? NOS ÚLTIMOS 10 ANOS BRIGAMOS CONTRA REBAIXAMENTO 7 VEZES? E VOCÊ DIZ QUE SEMPRE ENTRAMOS FAVORITOS? DEIXA OS CARAS TRABALHAREM!!!

  3. CÉLIO MARCUCI

    27 de setembro de 2013 at 08:11

    Pelo que tenho visto nos noticiários, dá para concluir que o ano de 2014 também será um ano difícil para o Flamengo, pois com uma dívida monstruosa como a que o clube tem, e necessitando fazer mais empréstimos para poder girar, fica muito complicado montar um bom time que seja competitivo. Torcemos para que se consiga mater o time na primeira divisão e termine o ano decentemente. Mas 2014 será mais um ano em que não se poderá prometer nada para o torcedor Rubro-negro. Essa diretoria entrou com o objetivo de colocar as finanças nos eixos, mas o futebol também gera receitas tendo um bom elenco. Infelizmente essas duas coisas juntas, no momento está difícil de se ver. Saudações Rubro-Negras !!!

  4. Luiz Vieira

    27 de setembro de 2013 at 10:04

    Gostei da entrevista acho que ele tem que falar mais mesmo dar mais a cara so uma coisa não concordo e me deixou de boca aberta ele falar isso!!?? Cadu eh o melhor jogador do clube???? pelo amor……………

  5. JONAS DOS SANTOS

    27 de setembro de 2013 at 22:08

    Sou torcedor desde 1965 desde a primeira TAÇA GUANABARA. Assisti esse CLUBE disputar e GANHAR, tudo q um time de futebol profissional almeja. É inadmissível que esse mesmo clube, ano após ano, deixe seu torcedor apreensivo, preocupado e com receio que ele caia pra SEGUNDA DIVISÃO.

  6. Walkírio Silva

    3 de novembro de 2013 at 09:24

    Pelaipe falou e disse como um defensor de suas idéias e da diretoria; foram palavras transparentes, sem alegoria para angariar simpatias do torcedor. Assim deve ser, assunto internos resolvem-se internamente e os resultados se positivos ou negativos, ai sim, devem ser repassados para ops torcedores, sem enredo mirabolante e papo de um sete um prá agradar a mídia. A farra acabou, mas ainda tem gente no elenco que tem de ser monitorado…senão…vira trensinho da alegra tentando circular fora dos trilhos. Aguardemos 2014, ano de copa do mundo (assim mesmo, em minúsculo), de pouco futebol entre clubes. Aguardemos, galera.

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