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    DILEMA

    A missão de formar um time para ganhar a Libertadores

    Por em dezembro 8, 2013

    Copa-do-Brasil-2013_TRI_torcidaA conquista da Copa do Brasil nos levou a uma improvável Copa Libertadores no ano de 2014. A verdade é que nem os mais esperançosos e entusiastas rubro-negros esperavam um presente antecipado tão legal do Papai Noel. É um grande prêmio para a diretoria “pés no chão” que hoje dirige o Mais Querido.

    Mas é justamente nesse ponto que eu quero tocar. A diretoria está sendo considerada boa não por conta do título da Copa do Brasil. Afinal, títulos nós temos aos montes lá na Gávea, maiores que esse, até. A diretoria está sendo exaltada pelo saneamento financeiro que está se propondo a realizar e que tem feito a diferença para os nossos credores e para a imprensa especializada.

    Quando os azuis assumiram, a situação era tão caótica que eles eram vistos como os novos Messias, como os novos Zicos da administração. E, obviamente, a expectativa era enorme, mas a boa vontade dos rubro-negros com esse novo horizonte, também. Essa boa vontade diminuiu um pouquinho a pressão (só um pouquinho, por que aqui é Flamengo). A verdade é que esse ano foi tão supreendetemente bom que o cenário do ano que vem se modificou por completo.

    4flaatletprmap7225A coisa mudou de figura. A torcida do Flamengo é exigente e iremos disputar a competição mais importante das Américas. Teremos que ter um super time. Ou não? A situação financeira ainda requer cuidados extremos. Não saímos do CTI, estamos só um pouco mais estáveis. Como montar um time que atenda as expectativas do torcedor sem cometer os erros financeiros das antigas gestões?

    Esse é o grande dilema da diretoria. Os nomes ventilados são caros. As opções são poucas. Mas a política de redução de custos, na minha humilde opinião, tem que nortear não só os três anos dessa diretoria, como os próximos mandatos. A geração de receitas ainda não é suficiente para grandes extravagâncias. Talvez seja no futuro, mas ainda não é. Portanto, sigamos nossa regrinha de gastar menos do que se ganha, para quitar o passivo. É o que eu espero da minha diretoria. Paciência.

    E, assim como aconteceu esse ano, quem sabe não somos surpreendidos com conquistas inesperadas? Somos sempre beneficiados, pois em casa jogamos com 12 (talvez a torcida valha até mais que um simples jogador). Uma boa campanha na fase de grupos da Liberta, pode nos fazer sonhar. Só fica aqui o meu apelo: Vamos tentar ser humildes, por mais que o nosso time não deixe!

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