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MAMÃO, RATO, SAPO E CEBOLA

Com longa lista de apelidos curiosos, time de futebol americano rubro-negro tenta seu primeiro título na final contra o Jaraguá Breakers, em Jaraguá do Sul, neste sábado

Por em dezembro 14, 2013

Mamão, Cebola, Palmito, Baliza, Puruko, Jabuga, Panthro, Sapo, Rato. Esses são alguns dos nomes que podem entrar para a história do Flamengo neste sábado. Todos eles são jogadores do time de futebol americano do Rubro-Negro e neste sábado disputam a final do Torneio Touchdown, buscando o primeiro título nacional da equipe fundada nesta temporada. Na decisão, os cariocas encaram o Jaraguá Breakers no Estádio João Marcatto, em Jaraguá do Sul, a partir de 18h.

Os apelidos são por motivos variados. Vinny e Big Mike são considerados “sósias”. O primeiro do cantor dos anos 90 que fez sucesso com “Heloisa, mexe a cadeira”. O segundo lembra o ator que interpretou o jogador Michael Oher no filme “Um sonho possível”. Rato ganhou o apelido por causa de um tumor no nariz na infância. Cebola também foi “batizado” assim quando era garoto, depois de uma aposta com amigos.

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DUELO DE INVICTOS

O duelo deste sábado colocará frente a frente dois times que chegaram até a final sem perder nenhuma partida. O Flamengo terminou a primeira fase com a melhor campanha e depois passou pelos capixabas Vitória Antares e Vila Velha Tritões nos playoffs. O Jaraguá teve o segundo melhor desempenho da fase de classificação e derrotou o conterrâneo Timbó Rex nas quartas de final e o Vasco da Gama Patriotas na semi.

Como o local da final havia sido decidido antes do início da temporada, o Jaraguá Breakers joga diante de sua torcida. Além do apoio, o time catarinense conta com os americanos Julian Banks, quarterback, e Jacob Payne, safety e wide receiver, como destaques. O Flamengo aposta em uma forte defesa e também na grande temporada que vem fazendo no jogo corrido, com os running backs Rafael “Rato” Tavares e Ivan Roichman.

– Certamente terá uma torcida enorme contra, mas eu acho que como é um esporte muito novo, que só está começando, qualquer estádio cheio vira motivação para a gente. Podemos contornar isso. Fazem barulho, mas a gente está acostumado também. A nossa torcida aqui também faz muito barulho. Vamos estudar o adversário, com muita sessão de vídeo e muito treino, para chegarmos lá e coroarmos um ano inteiro de trabalho – disse o técnico rubro-negro Otavio Roichman.

FONTE: GE

 

 

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