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    RETROSPECTIVA 2013

    Por em dezembro 30, 2013

    Bye-Bye-2013-Beautiful-New-Year-WallpaperSe em 2012 findava a era em que cardíaco não poderia ser Rubro-Negro, o ano de 2013 chegou para entrar na história. Com foco em arrumar a casa, o Mais Querido iniciou os 3 primeiros meses apurando qual era o verdadeiro tamanho do rombo, para a partir daí conseguir planejar qual seria a estratégia.

    Time competitivo? Isso só seria possivel mais para frente. Definitivamente, 2013 seria o ano da austeridade financeira. E assim foi feito, apesar da pressão pela falta de bons resultados dentro de campo. Eduardo Bandeira de Mello prezou pela recuperação financeira e pela credibilidade abalada pelas gestões anteriores, deixando as vitórias em campo para mais tarde.

    A diretoria teve atuação discreta no mercado de transferências de jogadores. Além disso, o apoio à ginástica, à natação e ao judô foi encerrado sob a alegação de que estas modalidades geravam um déficit de R$ 14,5 milhões ao clube. Todas estas medidas foram tomadas por conta dos compromissos assumidos para obter as certidões fiscais negativas que possibilitariam a criação de um fluxo de caixa.

    A primeira conquista Rubro-Negra deste ano aconteceu fora das quatro linhas! O nome do Título? CND! Um segundo grande passo foi a criação do programa de Sócio Torcedor, criado para ser uma nova fonte de receita. Em duas semanas, mais de 10 mil torcedores se inscreveram em seis tipos de planos, com valores entre R$39,90 a R$ 199,90 mensais. Não foi a solução mais criativa para gerar receitas, ja que para atender a pluralidade da torcida era preciso definir benefícios para criar interação com todos os cantos do País e não somente com o público carioca.

    O Programa contou com a parceria da torcida, mas não evoluiu conforme esperado. No futebol, que iniciou com Paulo Pelaipe e seu reconhecido conhecimento na área e que montou um time barato, obteve resultados acima do esperado. Com uma campanha no Brasileirão que não empolgou o torcedor, o Flamengo fracassou com Dorival (herança da gestão anterior), Jorginho e Mano Menezes. Apesar de Mano ter conseguido fazer o time evoluir na tabela, o transmitiu a segurança que a torcida queria. Se tínhamos um time apático disputando o Brasileiro, na Copa do Brasil parecia uma outra equipe em campo.

    O Flamengo brincou fácil, não teve dificuldades em eliminar os adversários. E este perfil da Copa do Brasil tornou-se único com a saída inesperada do técnico Mano Menezes na 22ª rodada do Brasileirão. A solução encontratada pela diretoria foi caseira: Jayme de Almeida, cria da casa! Solução barata que assinou seu nome na história de mudanças de 2013. Jayme acertou a equipe, motivou, acalmou o ambiente, e devolveu ao torcedor a confiança que andava abalada. E com o que tinha dentro de casa deu à Nação a terceira Copa do Brasil. Um presente para um Flamengo que iniciou o ano com objetivo de arrumar a casa, sem maiores perspectivas. Um presente para a nação. Um ano de vitória, de mudanças, de erros e muitos acertos, e base para iniciar um 2014 seguros de que raça sempre foi a caracteristica de quem tem que estar no comando Rubro-Negro.

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