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A DISTÂNCIA COMO RIVAL

Jayme traz alívio pela sensatez

Por em janeiro 2, 2014

mapa-google-mapa-americaÉ isso aí, Tio Jayme. Em uma Libertadores que nem Boca Juniors tem, é fato que tecnicamente, no papel, e outras mais expressões costumazes, com algumas poucas exceções, os maiores adversários com a bola rolando são mesmo as equipes tupiniquins.

Do alto da soberba que nos é nata e parte integrante do nosso jeito de olhar o mundo, porque negar que ao vermos os nomes Leon, Bolívar e Emelec na tabela, já começamos a vislumbrar o cenário que nos aguarda nas oitavas?

Mas isso é cá com a gente. Lá no campo de jogo a equipe precisa correr bastante atrás para traduzir nossa pretensa superioridade em gols e vitórias. Como diz aquela letra do Biquíni Cavadão, “aqui em baixo as leis são diferentes”.

Nessa Libertadores em questão, precisamos ter cuidado. Há um fator complicador vinculado ao clima de “não vejo ninguém na minha frente”.  Não estamos vendo adversário que meta medo, mas o motivo pode vir do fato de que os caras estão longe pra cacete. Mexicanos e equatorianos lá na meiúca do globo terrestre e os bolivianos lá nas temidas alturas.

Aí aparece a voz sensata do Jayme pra mostrar isso pra todo mundo que não tinha percebido. Eu já tinha pensado nisso por motivos pessoais/financeiros. Tendo em vista as distâncias e preços envolvidos, mais uma vez cumprirei a minha tradição (da qual me envergonho) de nunca ter saído do país para ver o Flamengo jogar.

Claro que nem tinha me tocado nos sacrifícios que isso vai exigir do time também. Viagens longas e desgastantes. Ainda mais se levarmos em conta a fragilidade do nosso elenco, já que fora o setor lá da cozinha, com excelentes goleiros e bons zagueiros, não temos muitas peças inquestionáveis de reposição/revezamento.

Saldo positivo em uma coisa. Taí um técnico criado no sagrado solo da Gávea e que mostra, mais uma vez, entender mesmo do troço.

Da nossa parte, o começo de 2014 vai ter de ser com uma paciência maior ainda para com o Modorrento Estadual. O tio aqui não quer ver ninguém dando faniquito com resultado adverso nessa competição que, a bem da verdade, deveria mais é ser extirpada do calendário.

Se a nossa primeira fase da Liberta fosse com jogos ali na esquina, no Uruguai ou Argentina, dava até pra ir tocando as duas competições. Com esse cenário de distâncias dignas de “O Senhor dos Anéis”, TALVEZ o jeito simples seja mesmo sacrificar o Estadual sem o menor remorso.

Ou, quem sabe, tirar da cartola um coelho que faça até o milagre de dar algum tipo de graça para o Modorrento? Fazer um apanhado da garotada que não for necessária na disputa da Libertadores e, além de dar maior experiência para os mesmos, quem sabe surpreender e papar o Estadual com reservas dos reservas? A arcoirisada ia amar isso.

CURTAS

COISAS QUE SÓ O FLUMINENSE FAZ. Quem me conhece, principalmente o torcedor das equipes rivais, sabe que não sou muito de ficar com aquele papo de deboche e provocação tradicional entre torcedores. Com mais uma série B não disputada, o Flu mudou isso. Compartilho e dou RT MESMO em toda e qualquer piadinha contra a “fidalguia” das Laranjeiras.

UM DOIS, FEIJÃO COM ARROZ. Andei vendo nas redes sociais um povo do tricolor baiano cuspindo marimbondo com a saída do Feijão.  Tanto ódio no coração que me fez até ter esperança de que acertaremos dessa vez. Se é que ele vem mesmo. É torcer pro Manto não pesar (de novo).

MENOS UM MOCHILEIRO. Parece que o Schumacher anda se recuperando. Que bom. Já um dos membros da Fla Mochila está com os tímpanos na UTI. Sorinzinho passou alguns dias na aprazível Cabo Frio. Como quem está na chuva é pra se queimar, acabou presenciando os seguintes shows: Daniel, Araketu e Thiaguinho. Segundo informações locais, a vítima não usava fones de ouvido nos momentos dos acidentes.

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