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    QUE VENHAM LOS HERMANOS

    Garra gringa pode ser boa opção para a falta de opções

    Por em janeiro 8, 2014

    BandeirasEm meio a todas as especulações verdadeiras, as falsas, e aquelas que só saberemos da veracidade em alguns dias, eis que surge uma manchete que me chamou a atenção. Trata de um possível interesse dos Blues nos mercados da América do Sul para a contratação de reforços para a temporada que se inicia.

    Aprovo a iniciativa. Não sou muito de acompanhar jogos de outros times, mas é fato que volta e meia me pego perplexo em frente à TV, embasbacado com a correria desvairada de algumas equipes gringas na Libertadores.

    Antes que alguém venha me lembrar, eu sei que lugar de correria é em prova de atletismo. Sei também que algumas vezes demos com os burros n’água com alguns hermanos que não deixaram saudade após suas passagens. Mas o que sei também é que pacotão oriundo da Série B, o que pode acabar acontecendo pelo andar da carruagem azul, tem chance menor ainda de render bons frutos.

    ATENÇÃO! – Essa crônica foi redigida antes da vinda do Elano e do acerto com o tal de Feijão – ATENÇÃO!

    O que não pode é pegar DVD de empresário com os Melhores Momentos de La Silva dos Andes e achar que aquilo reflete a realidade. Porém, um olhar cuidadoso por aí pelo continente pode sim render boa coisa.

    E vamos lá… Se não é hora de gastar, se a rédea tem que permanecer curta nas finanças e blá, blá, blá, então talvez a solução para essa temporada seja mesmo uma pitada da boa, velha e reconhecida por todos, garra uruguaia (ou chilena, argentina, etc.).

    Acredito que na relação custo-benefício, dando certo ou errado… Opa… (ahahaha… ocorreu-me agora um novo termo. Perdão não poupá-los, mas eu simplesmente amo neologismos). Enfim… Caso um ou outro gringo não sirva, ainda assim a relação custo-malefício há de ser menos dispendiosa.

    046F - Flamengo 0-1 CorinthiansE já que não dá pra gastar, quem sabe os caminhos para desbravar as Américas não tenham mesmo que ser construídos na base das sapatadas, dos carrinhos desnecessários na meia cancha, nas provocações aos adversários, nas bicudas para onde o nariz aponta para afastar o perigo da nossa área, na catimba, e outras coisas mais, tão intimamente associadas ao pomposo nome Copa Libertadores da América?

    Talvez os mais puristas e os adeptos do futebol arte torçam o nariz para o parágrafo acima, e até entendo o ponto de vista de quem dirige olhares reprovadores para o estilo um tanto quanto belicoso. Fazer o que? Algum caminho temos que achar. Futebol Arte pode ser muito bonito e recheado de boas intenções, mas custa caro não é mesmo?

    E cá pra nós, a Nação ama carrinhos dados aos 45 do segundo tempo. Não há como negar também que somos muito chegados a umas provocações nas entrevistas dos dias que antecedem os jogos. Jogador que não leva desaforo pra casa? Aprovamos também.

    Por outro lado nossa torcida, com o tipo de participação que teve na conquista da Copa do Brasil, é bem do feitio dos jogadores aguerridos.

    Com cuidado pra não trazer quem não tenha intimidade com “La pelota”, talvez os caminhos para a América, pelo menos dessa vez, tenham que ser abertos à força, com mão de obra importada e especializada.

    CURTAS

    POR AQUI, JESUS. Já pensou se antes da Via Crúcis alguém tivesse explicado para Jesus, passo a passo, qual o caminho a ser seguido? É assim que me sinto com o desmembramento com dias e horários da tabela do Estadual.

    MOVIDOS PELO FLAMENGO. O WhatsApp da Fla Mochila tava lá paradão e respirando por aparelhos. Foi só desmembrarem a tal tabela do Modorrento que o treco ressuscitou.

    #FlaMusicHall. De Luiz Antônio para Flamengo. “Ei… Você aí… Me dá um dinheiro aí, me dá um dinheiro aí… Não vai dar? Não vai dar não? Você vai ver a grande confusão…”

    #CineFla. QUESTÃO DE TEMPO. Comédia romântica. Clube incompetente de Futebol do Rio de Janeiro descobre que tem o poder de voltar no tempo sempre para o momento exato em que foi rebaixado. Com esse poder, apesar de virarem a chacota da turma, nunca disputam a Série B.

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