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DESSE JEITO… # NãoVaiTerCopa

Cinema Catástrofe. É hora de fazer contas

Por em março 20, 2014

oie_20162155z9zP9J4APuta que nos pariu.

É muito rolo pra um campeonato só.

Primeiro, em um jogo pra lá de tranquilo e com boa acolhida de nossos atletas e torcedores, o Amaral surta e manda um golpe no melhor estilo Van Damme. E lá na meiúca que é pro lance ficar mais estapafúrdio.

Depois a gente vira o jogo no Maraca, contra o BOLÍVAR, e deixa a vitória escapar de forma bizarra. No meu entender, e parece que no do Lédio Carmona também, que tagarela o mesmo pensamento que eu na TV, enquanto rascunho/digito essas asneiras em meio a uma boa quantidade de garrafas de ice espalhadas no chão da minha sala, a verdadeira catástrofe nessa fase de grupos.

Aí o Flamengo sobe o morro e o Samir capricha na lambança. Escorrega de forma esquisita e, não satisfeito, comete um pênalti bizarro que, pelo menos, resolve aquele meu problema colocado no texto anterior a esse. Se a questão era não sair da competição sem uma participação memorável, esse lance resolve o problema de forma ímpar.

Agora é aquilo. Acreditar em uma vitória contra o Emelec, baseados em nada além da nossa paixão e visão deturpada da realidade.

O fato é que deixamos nada mais nada menos que cinco pontos perdidos para o time mais fraco do grupo. E isso é muito, muito mesmo, significativo. A não ser é claro que sejamos forçados a nos curvar à maldita matemática e encarar o fato terrível de que, no momento, nós somos os mais fracos do grupo.

Que ainda dá, é claro que dá. Ganhar do Emelec fora é mais complicado do que seria a missão da noite de ontem. É MUITO mais complicado que ganhar do Bolívar no Maracanã, sem sombra de dúvida. Como aqui é FLAMENGO, e a lógica nem sempre rege as coisas, tudo pode acontecer.

Outra questão relevante é que, caso consigamos avançar, vamos passar na rabeira da bagaça, o que vai levar a decidir avanços de fase sempre fora de casa, panorama nada animador se levarmos em conta a importância do Maracanã e da Nação Rio, modinhas ou não, nos avanços e consequente conquista da Copa do Brasil 2013.

Em suma, estamos tendo (mais uma vez) uma participação no mínimo confusa na Libertadores. Já é hora de pegar a maldita calculadora, a planilha Excel no computador, o ábaco, os dedos, e começar a efetuar as malditas continhas e suposições infinitas sobre as combinações que podem nos carregar até a próxima fase.

Antes do Faniquito Geral da Nação vou logo dando a planta. Por essa a gente não esperava… Mas ganhar a Copa do Brasil no ano passado também não era uma coisa que a gente contava como certo, não é mesmo?

Caso o pior aconteça na próxima rodada, estou muito curioso em saber quantos dos compradores dos mais de 20.000 ingressos vendidos no pacote da Libertadores irão ao Maracanã para o jogo contra o León. Mas isso já é assunto para um próximo texto. Não é hora de pensar nessas coisas. Não por enquanto.

 

CURTAS

  • INFIÉIS MALDITOS. Ouvir imbecil dizendo coisas do tipo “ainda bem que você não foi, né?”, é a pior conseqüência de quando a grana não é suficiente para acompanhar o time. Como sempre digo: “O Flamengo perder não me dói, o que dói mesmo é o Flamengo perder e eu não estar por perto para aplaudir”.
  • OS TRAPALHÕES. Espero muito que a torcida do Flamengo não entre na pilha de queimar o pobre do Samir pela infelicidade no lance. O moleque já provou que tem talento. Agora, Samir, que aquele troço que você arrumou foi engraçado pacarái, lá isso foi…
  • PACOTE FRIO. Pelo visto teremos 3 jogos seguidos contra a Cabofriense. Mais um oferecimento da Federação de Falências. Ainda bem que o Carioqueta está acabando.

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