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    Juiz ruim

    E o futebol não ficou atrás

    Por em abril 7, 2014

    oie_72224DIIlTKXXO Carioca virou isso aí que vocês vêm acompanhando na TV e nas minhas ranzinzas e bem traçadas linhas (#SorinSeSentindo).

    Nível técnico baixo, público pequeno, rendas irrisórias, arbitragens confusas, transmissões de TV fantasiosas com closes cada vez mais fechados nas arquibancadas, enfim, uma patética tentativa de lembrar o outrora mais charmoso regional do país do futebol.

    Grande mesmo nesse campeonato só três elementos: o Flamengo, os prejuízos e a chatice pasteurizada em que transformaram o Maracanã.

    Não bastasse tudo isso, já dito e “redito” várias vezes por mim e por mais uma pá de gente, tivemos aquele jogo de ontem. Clássico das Multidões para meia dúzia de vinte mil pagantes.

    Bem… Prometo que agora só volto a reclamar do Carioqueta na edição do ano que vem. Dizem que vão dar uma melhorada no troço. Duvido muito. Enfim…

    De todos os itens ruins, parece que o técnico do Vasco ainda não tinha percebido que em muitos jogos aconteceram erros de arbitragem.

    No Flamengo e Vasco da emocionante fase de classificação, teve erro tão grotesco que virou até fantasia de carnaval. Aquele em que uma cobrança de falta cruzmaltina passou da linha do gol uns 50 metros e o auxiliar (??!!) não viu.

    No jogo de ontem, o juiz foi uma atração à parte. Errou tudo que podia e mais um pouco. Inverteu faltas, deu cartão quando não deveria, deixou de aplicar punição em tentativa de assassinato, fez o diabo.

    O juiz (sei lá o nome da figura e também não me interessa) foi mal no jogo. Como não sei que outros jogos o cara apitou, nem posso afirmar com toda certeza, mas talvez ele seja ruim sempre.

    Pior que ele só a entrevista do Adilson Batista se lamentando e atribuindo o resultado (e olha que nem perder eles perderam) aos erros da arbitragem contra o Vasco. O tom era de que todo mundo havia presenciado na tarde de ontem um verdadeiro escândalo de perseguição para prejudicar a equipe de São Januário.

    Sei não… Ficou com uma cara danada de desculpa pré-datada. Cara de “não me manda embora não que a culpa não foi minha”.

    Ouvi dizer que do lado de cá também houve reclamação contra o juiz. Como não ouvi a entrevista do Bandeira, não posso comparar, mas espero muito que o tom do discurso não tenha sido o mesmo.

    Ou eu não entendo bulhufas de futebol, o que é extremamente provável, ou o foco da discussão está sendo transferido para outro lado. Talvez em uma tentativa de ocultar o mais evidente.  Felipe e Martin Silva (é isso?) pouco tiveram o que fazer em campo.

    Disputado, truncado, violento vez por outra. Já o nível técnico, tirando um ou outro lampejo individual (muitos deles do Negueba, pasmem), talvez tenha sido tão sofrível quanto a arbitragem péssima, mas de forma alguma tendenciosa.

    Esperamos grandes melhorias para o derradeiro jogo no próximo domingo. Da arbitragem e do futebol.

     

    CURTAS

    • MÃOS AO ALTO. Que a futebolcard presta um serviço bem sofrível não é segredo pra ninguém.  Não fosse o bastante, resolveram agora meter a mão na cara grande. Com RG original, CPF original, e-mail do site, cartão do banco e tudo mais… Acabei tendo que pagar duas vezes para ver o jogo de ontem.
    • ATÉ QUANDO? Bonita e empolgante a união das organizadas que ocorreu nos últimos dois jogos. Não é a primeira vez que tal fenômeno ocorre. Resta saber até quando antes de tudo voltar ao (a) normal.
    • MODINHAS EM DESESPERO. É um tal de gente aparecendo do nada e querendo trocar os rins por um ingresso para o jogo contra o León… Estamos de olho.

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