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    Amor Rubro-Negro

    Por em abril 15, 2014
    Por: Leo Lagden (@leoargonio)

    Já se passaram mais de 26 anos daquela tarde. Dia ensolarado, típico do verão carioca em janeiro de 1983.

    O menino de 7 anos era amante de futebol e sem nenhum time definido. Nenhuma influência na família que o pudesse converter a algum amor imposto. Gostava de futebol e ponto. Flertou com o Grêmio (apesar de carioca), Uruguai e até mesmo com a seleção de Honduras da copa de 1982 (do goleiro Arzu…rs).

    Voltando àquela tarde e ao convite recebido do padastro para ir ao Maracanã. Templo sagrado do futebol e palco dos maiores ídolos do esporte bretão o fizeram viajar. Convite feito, convite aceito.

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    Jogo do Flamengo, início de caminhada no Campeonato Brasileiro. Entrada do estádio. A Nação invadindo. Bons tempos, torcedores comparecendo para torcer, quase nenhuma confusão. A memória sonora se faz presente. O eco das entradas das arquibancadas (estreitas) ainda ressoa.

    Arquibancada lotada. Vermelho e preto em toda a sua extensão. Amor à primeira vista. O menino não entendia como passara 7 anos de sua vida vagando por outros flertes. Quando deu por si, a flecha do cupido acertou, sem piedade, o meio de seu coração. Sabia que a partir dali, sua vida seria modificada. Quando olhou para o gramado, viu Zico, Leandro e Júnior. Além de Raul, Marinho e Lico.

    Resultado do jogo? Não importa, a Nação já havia feito o seu papel. Arrebanhou mais um fanático.

    Ídolo? Leandro e Júnior. Zico não entra nessa categoria, pois estou falando de ídolos humanos.

    A crônica acima retrata o nascimento de um amor incondicional. Aquele que te acompanha por todas as vidas.

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