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    Chovendo no molhado

    Fla de Ney Franco faz (ou não) mais do mesmo

    Por em maio 18, 2014

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    Não sei se começo com “tudo como dantes no quartel de Abrantes” ou “há algo de podre no Reino da Dinamarca”. Pronto.

    Aproveito pra fazer uma firula e começar com as duas opções. Sei lá… Parece que valoriza o artigo e quem sabe prende o leitor. Digo isso porque o título e o sub não são dos mais atrativos, não é mesmo?

    Bem… Fazendo uma análise de quem entrou no Falando de Flamengo após a apresentação anêmica dessa tarde de domingo, e ainda por cima chegou heroicamente a esse segundo parágrafo, acho que nem precisava me preocupar com isso de começo de crônica atrativo.

    Não temos muito o que falar do jogo em si. Ainda não convencemos no Brasileirão, em detrimento da vitória de virada sobre o Palmeiras. Aí a gente não convenceu de novo. Simples assim.

    Apesar de não entender muito de futebol, dava pra desconfiar que se o problema era a bola que não chegava no ataque, colocar dois atacantes não ia exatamente resolver essa equação. O problema é que quando Hernane deixou o campo e voltamos a contar com um único centro-avante… Continuou não dando certo. Ou seja, tudo como dantes no quartel de Abrantes.

    Pouca marcação no meio, alguns lances indecisos do Felipe, substituições que não surtiram efeito, lamentos por uma ou outra finalização que não entrou por um detalhe. Até nossa posição na tabela permaneceu a mesma após a rodada.

    Não sei se só eu acho isso, mas o time parece sofrer de algo além do que os enfadonhos comentários sobre o nível técnico da equipe elegem como o grande vilão da vez.

    O time parece estar um tanto quanto… Não queria usar a palavra apático… É mais como… algum tipo de comportamento fatalista. Não houve uma coleção muito extensa de momentos nos últimos dois jogos em que pudemos olhar para o campo e pensar com toda a sinceridade um “agora vai”.

    Como mudar isso? Sei lá. Isso seria pedir muito do tio aqui. Esse é um problema que caiu no colo do Ney Franco e que, pelo jeito, ele ainda não descobriu como resolver.

    Temos que mudar isso e rápido. Talvez, quem sabe, os Smurfs tenham alguma ideia sobre o que fazer? Há algo de podre no Reino da Dinamarca. Só os soberanos atuais podem detectar e tentar trazer paz ao Reino.

    Ney chegou agora e nem dá pra cobrar o cara. Pela coletiva cheia de obviedades que concedeu após a partida, já dá pra ver que ainda não se ambientou por completo. Isso é bom. Ainda resta a esperança de que alguém traga novidade para o fluir da nossa campanha. Os Smurfs, a Nação Rio, o time em campo, esses parecem chover no molhado nesse início.

     

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