Previsível

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No episódio anterior…

Na fria em todos os sentidos noite paulista, na última quarta, o episódio de número oito nos reservou o que tantos outros dessa temporada já haviam feito. Mais pontos perdidos. E em jogo que TEORICAMENTE seriam pontinhos garantidos em uma primeira impressão.

Tal qual na temporada de 2013, lá vamos nós perdendo pontos para quem quase não os tem. No ano passado foi o Náutico, rebaixado com várias rodadas de antecedência, o time que ajudamos a tornar a campanha um pouquinho menos patética.

Nada deu certo lá pelo Morumbi.

Sei lá o que passou pela cabeça dos Smurfs, mas minhas noções rudimentares de marketing, de futebol, e de Flamengo, apontavam mesmo para um público praticamente inexistente.

Em campo… uma sucessão de erros tão grande que os deuses do futebol acabaram nos punindo e não deixando que, nas poucas vezes em que acertamos, a bola acabasse estufando as redes adversárias.

Para o episódio de número 9, que será exibido na tarde deste domingo… Bem… Acho que sabemos mais ou menos o que nos aguarda, não é mesmo?

O Cruzeiro líder e jogando em casa. Isso não cheira nada bem. A gente não costuma ganhar do Cruzeiro lá nem quando estamos em boa fase. Na verdade, voltando ao ano de 2013, podemos ver que a vitória não sai nem quando eliminamos os mineiros, tal qual aconteceu na última Copa do Brasil.

Sinto-me a vontade em confessar que estou esperando um resultado negativo. Não sou torcedor de abandonar o barco. Vou redigindo isso aqui enquanto me encaminho para o aeroporto. Aconteça o que acontecer, estarei lá pra conferir de perto e aplaudir o MANTO rubro-negro ao final da partida. Isso independe de fase e do tipo de recheio que esteja ocupando nossa sagrada camisa.

Será nossa última ação física em campo antes da parada para a Copa do Mundo. Apesar de todos os transtornos logísticos de viagens que o mundial me trouxe de brinde, fazendo mesmo com que acabasse não conseguindo estar presente em algumas partidas do Flamengo, agora julgo a Copa uma tábua salvadora. Uma oportunidade de pensar antes de toda a ação ser retomada.

Os jogadores pensarem em que tipo de história querem deixar em sua passagem pelo Mais Querido.

A Nação Rio pensar em que tipo de participação quer ter na coisa toda, e se realmente esse amor todo que gosta de apregoar vem sendo posto em prática nos últimos tempos. Claro que usar como argumento/prova de amor as loucuras feitas para ver de perto os jogos finais da Copa do Brasil não conta. Na boa é fácil.

E finalmente, para quem tem mais poder de repensar o roteiro e dar novos rumos à série, hora dos Smurfs mudarem duas coisas: a empáfia e soberba com que as decisões são tomadas é uma. Precisam parar de agir como se o Flamengo já fosse o Campeão Mundial, lugar que eles esperam nos devolver um dia.

A outra e mais urgente, é saber que o elenco da série precisa de duas coisas. Mais gente pra vestir a camisa. Em campo e na arquibancada. Voltar a ter cara de superprodução. Aí é com os Smurfs. Pesar direito e com bom senso o que dá é o que não dá pra fazer nesse sentido.

O que tinha que ser urgente, agora tem 40 dias pra ser pensado, repensado e, principalmente, posto em prática.

Pausa pra Copa. Ação.

Episódio 10/38 só em julho. Flamém.

 

 

 

 

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