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    A base pode ser a solução

    Por em junho 9, 2014

    Julio César, Leandro, Aldair, Juan, Jorginho, Zinho, Junior, Zico, Leonardo, Bebeto, Adriano

    Que tal a escalação acima em um esquema de três zagueiros? O que todos eles têm em comum? Foram jogadores de seleção brasileira, disputaram Copa do Mundo como titulares e foram revelados pelo Mais Querido.

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    Considerando esses exemplos, parece que o lema “Craque o Flamengo faz em casa” foi feito sob medida. Contudo, o que vemos de uns tempos para cá, parece ser uma série de gerações perdidas e jogadores medianos sendo revelados.

    Começando com a geração campeã da Copa São Paulo de Júnior que tinha Djalminha e Marcelinho Carioca como expoentes, e que praticamente foi desperdiçada sendo vendidas a preço de banana para outros clubes, passando pela geração de Adryan e Negueba, que não conseguem se firmar nos profissionais. Talvez o último jogador revelado e que teve um pouco mais de brilho tenha sido Renato Augusto, que mesmo assim está longe de ser um craque e uma unanimidade.

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    Atualmente, acompanhando os jogos da divisão de base do Flamengo, temos a sensação de que não veremos um grande craque despontar nos próximos anos.

    caio rangel divulgaçãoUma das esperanças, frequentador assíduo das seleções de base, é o meia atacante Caio Rangel, que vem sendo tratado como uma jóia pela departamento de futebol rubro negro.

    Mas, um questionamento passa a ser feito: o que vem sendo feito de errado que não conseguimos mais revelar jogadores como antigamente? Como reverter esse quadro?

    Com a Copa do mundo do Brasil prestes a começar, temos apenas Julio César como representante rubro negro na seleção.

    Já não é sem tempo dos dirigentes apontarem seus esforços para as divisões de base, pois em tempo de contratações difíceis e caras, nada melhor que revelar jogadores para reforçar o time e fazer caixa com futuras negociações.

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