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Chamem de sorte. Nós chamamos de Flamengo

Por em setembro 4, 2014

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Chamem de sorte; nós chamamos de Flamengo! Os antis não perdem jogo do Flamengo (particularmente creio que é carma deles) e os olhos de seca pimenteira estão sempre a postos na vã esperança de cornetar o maior das galáxias. Entretanto, não sabem que a bola – ao ser tocada por um jogador rubro-negro -, já começa a quicar diferente.

O lado do campo, seja ele qual for, onde nosso goleiro está, sofre transformações oriundas das camadas superiores, e onze pessoas transcendem a barreira da lógica. Não! Não esperem uma receita de omelete onde para se obtê-la precisamos quebrar o ovo. Compreendam (mortais) que o Flamengo paira sobre qualquer definição do fisicamente explicável.

Num jogo, onde o cabalístico rubro-negro atua, tudo pode acontecer… e acontece! Técnicos se transformam nos mais exímios dos místicos e passam a crer e aceitar (até porque dói muito menos) que regem a orquestra sinfônica do futebol. Ganhando, assim, poderes extrassensoriais, sobre-humanos, praticamente semideuses.

E não bastando isso, mirem, senhores, os estádios tomados por corpos presentes – e ausentes -, que se unem como moléculas e originam um ser que só o Flamengo tem. A força do: “Desconheço o Impossível”. E é dessa mistura indômita, dessa certeza absoluta, dessa motivação advinda de todo ser vivo (ou não) que se intitule Rubro-Negro, que o (aparentemente) intangível acontece e carrega no colo o seu filho mais apaixonante e apaixonado. Mais ofuscante e JAMAIS ofuscado: FLAMENGO – Um predestinado!

E vamos às quartas de final.

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