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Um gol que não muda nada

Por em setembro 8, 2014

É, infelizmente conseguiram tirar nossa sequência de vitórias no Brasileirão. Mas vamos ter que concordar que uma hora isso inevitavelmente iria acontecer, né? De qualquer forma, pelo menos por um instante pense no todo.

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Acabou o primeiro turno e estamos na metade da tabela, a sete pontos da zona de rebaixamento e oito do G-4. O que seria isso senão um equilíbrio? Vale lembrar, mais uma vez, que esse é o time que alguns já diziam que iria brigar até o fim pra não cair. Tá, ok que sete pontos não espanta de vez esse fantasma, mas olhando o copo meio cheio (ou seja, a distância pro G-4), também permite que a gente tenha um pouco de paz e consiga tranquilamente deixar os caras darem continuidade ao trabalho e ao bom momento para, quem sabe, irem buscar saltos maiores que são sempre dignos de Flamengo.

Sobre o jogo, a realidade é que acredito que nosso rendimento abaixo do esperado foi muito mais por mérito de marcação e organização do Grêmio, do que por desorganização nossa. E se formos observar principalmente o segundo tempo, conseguimos deixar a partida bem mais equilibrada e vimos que o gol poderia ter saído para qualquer um dos lados.

Infelizmente saiu pro deles. Fazer o que? É a vida.

Agora, sabe aquela história de que um gol muda tudo? Ao menos nessa rodada é possível considerar que essa frase está bastante equivocada. Se por um lado a série de invencibilidade acabou, o apoio da torcida continua imutável e imbatível. Enquanto na última quarta ficamos malucos quando o Flamengo marcou o terceiro no Coritiba, dessa vez curiosamente o momento de maior emoção foi quando sofremos o revés.

Parecia que era gol nosso! A torcida cantando, gritando e apoiando como se ignorasse o que aconteceu e nem reparasse a mudança no placar. E ainda dizem que faltam estrelas nesse time do Flamengo. Se não isso, o que seria essa multidão nas arquibancadas?

Sendo assim, esqueça o placar, os replays e até mesmo a tabela. Ao menos na parte de fora dos gramados podemos dizer que continuamos invictos, pelo simples fato de não acusarmos o golpe. Que venha o segundo turno, e “vai pra cima deles, Mengo”.

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