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    21/38 O Mano e os manos

    Pra provar que não há confusão

    Por em setembro 14, 2014

    No episódio anterior…

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    Na fornalha de Cuiabá, fomos derrotados pelo Goiás. Entre uma escolha e outra, o Esmeraldino acabou ficando com tudo que queria. Arrumou um qualquer por conta do gigantismo da Nação, que lotou a Arena Pantanal, e de quebra ainda faturou os três pontos.

    Como parece que a torcida do Goiás não tem mesmo comparecido em bom número ao Serra Dourada, e de qualquer forma a Nação ia acabar sendo maioria, nesse caso parece que os Cartolas de lá acabaram sendo felizes em suas escolhas.

    Quem deve ter ficado esfregando as mãos e com alguns $$$$ nos olhos foi a nossa Direção de Locações. Olhando aquele povo todo colorindo o estádio nos tons do bom gosto, é claro que alguns Smurfs devem ter pensado um perigoso “E se…”. Mas acredito que isso só seja um problema para o futuro. Com o trololô que já deu por causa dos dez reais de aumento, com todo mundo brigando com todo mundo no Reino, pelo menos para esse resto de temporada, nosso cenário principal deve ser mesmo o Maracanã.

    Para o episódio de número 21, algumas relações com o passado, artifício usado em onze de cada dez roteiros de série, aparecem para dar contornos emocionais extra-campo à peleja contra o Corinthians, nosso eterno vice no quesito tamanho da torcida, já que o nosso Vice Favorito e Oficial não dá muito pro gasto nessa batalha.

    Reencontro com Mano Menezes. Técnico saiu da Gávea porque admitiu não saber falar urubês de maneira alguma. Na época nem falou isso com humildade, mas acabou contando uma verdade de qualquer forma. Agora irá enfrentar Luxemburgo, técnico PHD em Urubês. E bem fluente, como nossa mudança de tudo no Brasileirão comprova.

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    Tem também o reencontro com Elias, jogador importante na nossa temporada de 2013 e que, após uma negociação que durou 765 meses, foi defender as cores dos mano de São Paulo.

    Muito suspense pra saber se a Nação Rio dará carinho ou vaias para Elias. Tenho nada contra o cara. Porém, se provocações servirem para desestabilizar emocionalmente qualquer jogador do adversário, porque diabos não usar tal recurso? Mesmo que AO FIM da partida sejamos educados e estendamos a mão para o agora rival.

    Apesar da derrota para o Grêmio, o confronto serviu para mostrar que podemos sim enfrentar em pé de igualdade os times que andam frequentando a parte alta da tabela. Precisamos provar isso de novo, posto que futebol tem que ser provado a cada semana, a cada jogo.

    Confronto de gigantes, com torcidas gigantes e em estádio gigante. Tudo superlativo.

    Hoje… Quatro da tarde…

    Não percamos.

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