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    O mundo inteiro em uma bola de basquete

    Por em setembro 29, 2014

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    Eu fiz uma excelente escolha quando decidi o que faria no meu último final de semana de férias. Adquiri o combo de ingressos e fui pra HSBC Arena acompanhar o Mengão nos dois jogos que o separavam do topo do mundo.

    A distante Barra da Tijuca parecia ter ficado ainda mais longe por conta da ansiedade. Ontem então, nem se fala, já que iniciamos a partida com o placar desfavorável devido à derrota no primeiro jogo. É claro que a diferença de três pontos não poderia ser um grande problema, até porque jogamos muito bem na sexta-feira e perdemos nos detalhes. Dominamos grande parte do jogo, porém erramos muitos arremessos, principalmente nas sucessivas tentativas de três pontos.

    Desse dia, preferi colocar na cabeça que era apenas um dia ruim onde nada poderia realmente dar certo, mas que no domingo as coisas entrariam nos eixos novamente. Para se ter uma noção da complexidade, eu saí de lá cheio de dor de cabeça e me sentindo meio mal, morrendo de fome e acabei indo parar no Burger King para resolver as questões na base da gordice. Quando chego no caixa, recebo a inesperada notícia de que não tinha carne. Mas hein?

    Acordei no sábado e descubro que a baita dor de cabeça da noite anterior era o início de uma gripe (ou resfriado, nunca sei) braba. Mas nada iria me tirar da missão de estar presente na Arena ontem novamente. Bebi vitamina C, tomei remédios, comi, dormi relativamente cedo e vamos nessa.

    As previsões oriundas da inusitada ausência de carne no Burger King se concretizaram, e aquele tinha sido apenas um dia estranho mesmo. Dessa vez, o time entrou ainda mais focado pro jogo que de fato era a grande final, as arquibancadas estavam mais cheias, o impulso da torcida ainda mais forte, os arremessos mais calibrados. Tudo contribuía e indicava que o Flamengo chegaria lá.

    E chegou! Com muita raça, vontade e determinação. Com total cara de Flamengo. O suor rubro-negro escorreu em forma de invasão da torcida na quadra no final da partida em comemoração a esse merecido feito histórico. Era oficial: eles superaram um placar negativo, superaram o Maccabi, se superaram. Afinal, alcançaram aquilo que faltava para um time que já ganhou de tudo.

    Hoje o mundo inteiro cabe em uma bola de basquete. E essa bola é nossa!

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