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28/38 Exterminador do Futuro

Um olho no peixe e outro no gato

Por em outubro 12, 2014

No episódio anterior…

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Exorcizando ainda mais um pouco os fantasmas que até bem pouco tempo atrás assombrava nossas idas ao sul do país, vencemos mais uma por lá e conseguimos manter distância segura do epicentro de toda a Confusão que há na Terra. exterminador do futuro

Se não estava dando certo nas trincheiras de batalha e a bola esbarrava em tudo quanto era obstáculo no caminho, teimando em não estufar as redes do Figueirense, fomos sutis e enviamos para a linha de frente, em missão diplomática certeira, o Presidente Nixon. Usando a cabeça, devastou as linhas defensivas inimigas e arrancou os três pontos fundamentais.

Para o episódio de número 28, enfrentaremos o virtual campeão da bagaça. Ainda que volta e meia a equipe mineira tropece e perca alguns pontinhos aqui e acolá, as agremiações que seguem tentando realizar com sucesso a caça à raposa, acabam se enrolando também e a tal distância até varia um pouco, mas nunca que acaba.

Queria ganhar esse treco de logo mais. Bem… Querer ganhar a gente quer sempre. Mas confesso que guardo um pouco de mágoa dos acontecimentos funestos do confronto contra o Cruzeiro no primeiro turno.

O treco foi um circo dos horrores completo. Fomos derrotados em Uberlândia de maneira muito, mas muito fácil mesmo. Com a derrota, oficializamos a nossa estada na zona de rebaixamento por todo o período de paralisação para a Copa do Mundo.

Não bastasse isso, ainda teve direito ao ataque de pelanca do Ximenes no vestiário. O cara tinha acabado de pegar o bonde, mas não se fez de rogado. Além de querer lugar na janela, derrubou a porta do veículo na base da marreta e entrou no vestiário gritando que nem a Louca do Bairro. Lastimável aquela tarde.

O treco foi tão bizarro, que a Fla Mochila mesmo acabou perdendo as estribeiras. Bebeu até não poder mais,  cantou o hino a plenos pulmões em bar recheado de cruzeirenses, e até cambalhota no mato à beira da estrada constou da programação da noite dos horrores.

Agora… A vitória contra o Cruzeiro pode até ter uma função estratégica em futuro próximo. Explico: pelo andar da carruagem, pode muito bem pintar um confronto contra os mineiros na Final da Copa do Brasil.

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Seria de extremo bom tom que os caras ainda não estivessem com o título do Brasileirão já no bolso. Por motivos óbvios. Dividindo as atenções entre as duas competições, não conseguiriam força total, nem física e nem psicológica, nas duas frentes de batalha.

Lembro que alguém espirituoso proferiu após nossa bela partida contra o São Paulo no Morumbi: “o jogo foi pelo Brasileirão, mas pintou o Campeão da Copa do Brasil”.

Uma vitória logo mais teria a função de não só tentar complicar a caminhada mineira rumo ao provável título, nem que seja só um pouco. Deixaria um recado claro de que a vantagem técnica deles não é exatamente o que mostra a folga na tabela. Mais regulares, sem dúvida. Imbatíveis, de forma alguma. Mesmo porque em mata-mata e com Maracanã incluído no roteiro, sou mais a gente.

Hoje… Quatro da tarde… Flamengo e Cruzeiro fazem, talvez, um preview da Final da Copa.

Não percamos.

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