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    38/38 THE END

    A hora da xepa

    Por em dezembro 7, 2014

    No episódio anterior…

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    Devastação. Como se tivesse assumido o papel de secretário da dama da foice, que encaminha os menos aptos para a Série B, o Flamengo acabou oficializando e carimbando mais um passaporte para o inferno.

    O time da vez foi o Derrota… Quero dizer, o Vitória. Sem tomar conhecimento do desespero e do mimimi da equipe baiana, metemos quatro gols no balaio para levarem na bagagem em sua descida aos porões do futebol tupiniquim.

    Com cara de folhetim barato, após passar 2014 inteiro levando coças a três por dois, os jogadores adversários se sentiram injustiçados, tendo um deles pateticamente anunciado sua aposentadoria antes de ir para o vestiário. Convictos ficaram os “baianos” do Vitória de que o rebaixamento foi culpa desse jogo e desse juiz. Fazer o que? Como diria Holmer Simpson, “a culpa é deles e eles colocam a mesma em quem bem entenderem”.

    Para o derradeiro e desimportante capítulo da nossa saga no Brasileirão 2014, enfrentaremos o Grêmio em sua suntuosa e bela, apesar de não fifense, Arena. Pro Grêmio, pro Flamengo, pra todo mundo, o confronto não vale mais nada.

    Vai sair com cara de xepa mesmo. Luxa vai testar vários jogadores que não vinham atuando e alguns outros que, apesar de terem entrado em campo em algumas ocasiões, muitas vezes até como titulares, até hoje não disseram direito a que vieram ao mundo.

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    Arrisco dizer que pra alguns desses vale mais que Final de Copa do Mundo. No “pojeto do pofexô” para a próxima temporada, esse jogo deve constar como uma espécie de ENEM dos desesperados. Ou o sujeito tira uma nota aceitável ou corre o risco de ser eliminado do processo seletivo.

    Se vou? Sim. Escrevo o treco previamente e com horário apertado entre uma coisa e outra. Maratona do final de semana inclui uma bizarra sequência de canseira. Festa da empresa, Lapa, Circo Voador com o show da Melhor Banda do Mundo, chão do aeroporto, Porto Alegre, estádio, avião para Sampa, busão para o Rio com aquele delicioso desembarque direto para o trampo na maldita manhã de segunda, que sempre chega pra acabar com toda a diversão.

    Se o jogo é dispensável? Para nossa colocação na tabela sim. Por que ir? Porque essa brincadeira da Fla Mochila só funciona se for assim. Passagem já comprada faz tempo. E o espírito é esse mesmo. O Flamengo se estrepou e chegou na última rodada com essa situação sem sal? Ok. “Tamo” junto, Flamengo.

    Como diz nosso hit inspirado nos hermanos… “Vou te apoiar até o final”.

     

    CURTAS

    E AGORA JOSÉ? Findas as batalhas de 2014, e com bola rolando pelo Carioqueta apenas em fevereiro, o que esse pobre escriba pode fazer para manter o emprego aqui no FDF? Recuso-me terminantemente a falar sobre as mil especulações diárias sobre novas possíveis contratações.

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