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    Dá pra fazer mais

    Por em janeiro 2, 2015

    Há muito ouço falar a seguinte máxima: “se cada torcedor rubro-negro doar R$1 por mês, o clube seria imbatível”. Pelas contas, através da frieza dos números, esta afirmação tem o seu valor. Somos uma torcida estimada na faixa de 40 milhões de torcedores, o que nos traria um valor de 40 milhões por mês, o que transformaria os torcedores no maior patrocinador do clube. Obviamente que essa intenção nunca saiu do papel e do campo da falácia. Desculpas aos montes, desde como não ter um canal para se fazer a doação, até ao famoso “não darei dinheiro à corja que comanda o clube e que rouba o Flamengo”.

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    Com a entrada de alguns programas, tais como Sócio Torcedor e até o pagamento dos DARF’s para a quitação das dívidas do clube, pensou-se que finalmente teríamos uma fonte de receita confiável, e que faria com que nossos problemas de arrecadação estivessem parcialmente resolvidos. Contudo, o que se vê nesses programas é uma variação de arrecadação, ao sabor do desempenho do time em campo. Ganhamos a Copa do Brasil, nosso crescimento de sócio torcedor aumentou exponencialmente. Perdeu em sequência no Brasileiro, despencou os associados e os DARF’s pagos.

    Concordo que não possuímos o melhor programa de sócio torcedor do mundo. Isso se deve em grande parte pela falta de um estádio próprio que sempre é um chamariz imediato para a venda de título dessa modalidade, além de outros benefícios visando o público off-Rio. Mas, não seria o momento de mostrar a grandeza da paixão da torcida e dar um voto de confiança a quem está no comando do clube?

    A questão novamente passa pela frieza dos números. Aumentando a arrecadação do programa Sócio Torcedor, aumenta-se a possibilidade de maiores investimentos no time, o que melhora sua qualidade e faz com que tenha maiores chances de disputar os principais títulos e realmente confirmar a potência que o Flamengo representa no cenário nacional e internacional.

    Não adianta se queixar nas arquibancadas e nas redes sociais, que o Mais Querido não tem um time compatível com sua história e ficar de braços cruzados vendo as oportunidades de estabelecer o clube no topo da montanha do futebol nacional e sul americano. Obviamente que críticas são bem vindas e sugestões de melhora dos programas também, mas não se pode deixar de observar o que tem sido feito nos últimos tempos para a melhora da instituição (independente de posição política, pois acredito que o amor pelo Flamengo suplanta qualquer desavença e corrente política).

    Chegou a hora de valer a máxima: tudo pelo Flamengo, nada do Flamengo!

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