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    A bola tem que rolar

    Por em janeiro 27, 2015

    Saudações Rubro-Negras, galera!!

    Apesar do Mengão já ter trazido mais uma taça pra casa, a bola pra mim começa a rolar agora por aqui, e espero fazer lindas jogadas e alguns gols de placa.

    Mas, como vivemos no Rio de Janeiro e as balas perdidas teimam em achar as pessoas de bem, continuamos tendo que aturar as velhas e rabugentas raposas que teimam em andar na contramão da evolução do nosso futebol.

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    Hoje a tarde, teremos mais um capítulo da discussão pelos preços dos ingressos do já falido Campeonato Carioca.

    Após ler a declaração de Rubens Lopes, presidente da Ferj, de que “pela primeira vez na história uma medida benéfica ao torcedor é combatida”, me pergunto: Que torcedor? Fomos consultados? Serão estas medidas realmente benéficas a nós? É isso que realmente esperamos do nosso futebol? Será realmente o preço dos ingressos que atrai o grande público ou a qualidade do espetáculo?

    Tudo bem que a qualidade anda nivelada mais que por baixo, mas a perspectiva de um jogo custar menos que um picolé nas areias cariocas não me atrai em nada para as arquibancadas.

    Retirar os jogos do Maraca e levá-los para praças mais baratas, muito menos levará um público grande e de qualidade ao estádio e definir meia entrada para todos, viola qualquer lei e ainda vai contra uma das melhores políticas implementadas pelos clubes para salvarem suas finanças, o sócio-torcedor.

    Não é surpresa que toda esta celeuma seja atiçada por senhores do naipe de Eurico Miranda e o herdeiro do caixa d’água, figuras que pelo que me consta contribuíram bastante para a degradação da ética em nosso famigerado campeonato.

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    A esta altura gostaria muito que nossos dirigentes estivessem discutindo como melhorar a qualidade do espetáculo, como investir para atrair maior público, como melhorar ainda mais a política do sócio-torcedor, fortalecer os clubes para que estes possam investir em melhores atletas e consequentemente termos um melhor produto final. Os exemplos de boa administração não inspiram os antigos dirigentes, a força da imposição e da arbitrariedade quer imperar.

    Mas podemos responder. Podemos manifestar nossa insatisfação com esta política cega e abrir os olhos para um futuro que pode, sim, ser melhor para nosso futebol. Se não começarmos a nos organizar pelos pequenos campeonatos, fazê-los mais atrativos e rentáveis, jamais teremos um futebol brasileiro de valor.

    Portanto, espero que hoje, tenhamos alguma boa notícia e que o impasse seja resolvido em favor da qualidade do nosso futebol.

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