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    Capitão

    Por em fevereiro 20, 2015

    Pronto. Dever cumprido, DENTRO DO CAMPO, com moderação. Mesmo sem traduzir todo o domínio em muitos gols, fizemos o suficiente para fazer o que eu previ no texto anterior e assumirmos a liderança do campeonato.

    CAPS LOCK histérica acima para destacar as ações diferenciadas. Isso porque FORA DO CAMPO, na arquibancada, não houve moderação. A Nação Rio botou 24.000 em jogo do Carioqueta, para continuar mostrando para os antis da arcoirisada que o 2015 deles será bem longo. E provavelmente só não deu mais gente por causa da falta de fé do Consórcio Maracanã, ou de sei lá quem, na Nação Rio chegando junto. Fato que gerou tumulto e longas filas nas bilheterias e roletas do Palco da Final da Copa do Mundo da FIFA.

    img_9920Time bem postado, Cirino começando a ficar de bem com a função que lhe foi dada pelo Luxa, Nixon com boa movimentação e outras coisas mais… Tudo meio obscurecido pela chegada do momento inevitável, a despedida do Capitão Léo Moura.

    Tudo bem que sou Mega Blaster Suspeito, mas já faz tempo que pergunto pra rubro-negros dos mais variados patamares de ranzinzice e cornetagem, e muitos concordam que não conseguem ver todo esse horror nas atuações do Capitão que outros tantos continuam cantando aos quatro ventos.

    Tanto faz. Agora não faz mais diferença. Hora dos corneteiros mais desrespeitosos se calarem. Sim, porque uma coisa é achar se Léo Moura tem (ou tinha) vaga no time titular. O jogo é esse mesmo e é para ser jogado. Outra coisa é fazer comentários mordazes, irônicos, jocosos e, torno a dizer, desrespeitosos nas redes sociais, sobre um atleta que honrou durante tanto tempo o Manto Sagrado.

    Os mais ranzinzas vão querer lembrar do momento-crise em 2009 (??!!) quando o Capitão desabafou na comemoração de um gol contra parte da torcida que o vaiava. Vale lembrar que isso em 2009, último dos quatro anos em que foi eleito seguidamente o melhor pela lateral direita do Brasileirão. Em 2009… O ano do Hexa.

    Prefiro lembrar dos muito superiores momentos bons. É por isso que a gente é Flamengo, né? Por causa das boas coisas que esse nome evoca. Momento longo e curioso, em que passei anos achando que o maior mistério do futebol era o fato de Léo Moura e Juan Marrentinho continuarem sendo os laterais do Flamengo, ano após ano, mesmo tendo tantas boas atuações em sequência.

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    Momento isolado, único, o da comemoração do Gol do Título no último conquistado pelo Capitão por aqui. Aquele logo ali no tempo. No do último Estadual contra o Vasco. A bola entra em gol ligeiramente irregular (e daí?). Léo Moura chama a câmera, intimando a mesma a se aproximar. Exclama desafiador e certeiro: “Isso aqui… Isso aqui é FLAMENGO”. Nada mais puro. Nada mais torcedor. Nada mais Flamengo. Nada mais Léo Moura.

    E tantos, tantos outros momentos marcantes, que ninguém nem lembra mais que ele rodou por todos os outros clubes ditos grandes do Rio até encontrar seu lar. Dez anos.

    Por tudo isso… Obrigado Capitão. Obrigado MESMO.

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    CURTA E GROSSA

    A despedida deve ser no jogo contra o botafogo no dia primeiro. Obrigação da Nação Rio esgotar os ingressos e fazer uma enorme festa. Sem mais.

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