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    Fla segue invicto

    Por em fevereiro 23, 2015

    Taí… Joguinho complicado esse contra o Madureira. Até tivemos domínio territorial, mas ficamos naquele esquema do arame liso. Cercando, cercando e não desferindo golpes em ninguém.

    Individualmente teve de tudo. Gente que jogou bem, gente que jogou mal, gente que jogou mais ou menos. Como o calor estava insuportável, boa parte dos cinco mil e sei lá quantos presentes no Raulino de Oliveira decidiram escolher alguém pra Cristo. Hábito feio mas comum entre os torcedores de menor paciência com um ou outro revés que a vida coloque no caminho.

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    Não há de ser esse empate o fim da boa fase que atravessamos. Agora… se por um acaso não ganharmos os dois próximos jogos, quem terá que exercer a sua Santa Paciência é o pobre do Pará. Ele foi o eleito. Provavelmente vaiado pelos mesmos que há pouco achavam que todos os males do mundo, o conturbado início de remandato do PT, a iminente crise da água no planeta e o fim do Carnaval deveriam ser atribuídos ao Capitão Léo Moura.

    Entendo muito disso não e não quero citar nomes (sim, estou blindando nossos atletas), mas cês concordam comigo que o Pará não foi de forma alguma o pior em campo de forma inquestionável?  Resta avisar pro cara que não é nada pessoal.  Muitos outros já foram escolhidos para Cristo. Teve uma época  que o Juan Marrentinho era a própria materialização do mal em forma de lateral esquerdo. Quando um jogador é eleito como O Problema pela Nação, mesmo quando não há problemas,  só tendo paciência mesmo. Léo Moura mesmo já recebia sua cota de vaias e cornetagem em pleno 2009, ano do HEXA.

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    Se não traduzimos o domínio em mais gols e a torcida não traduziu sua torcidês em apoio ao time nesse leve revés, a partida serviu para mostrar um Thallyson se soltando cada vez mais no apoio ao ataque e se sentindo mais a vontade na nobre função de envergar o Manto Sagrado. Ainda com muitos erros, mas… Paciência.

    Sobre o gol que nos mantém ainda invictos nessa joça, não há dúvidas.  Na hora do lance cravei lá pelas redes sociais. Até mesmo eu que estava no estádio atrás de uma pilastra, contra o sol e com uma bandeira na frente. Eu, homem de opinião não tendenciosa e praticante de um jornalismo neutro em busca da verdade, vi que a bola entrou. Metro e meio ou um pouco mais.

    Por hoje é só pessoal. Vou lá estudar o Brasil de Pelotas pra poder dar a planta pra vocês em breve. O treco vai ser tenso. Júlio, Presidente Vitalício da Fla Mochila (que aliás, pra acalmar um nervosinho que se manifestou nos comentários, não é uma torcida organizada, longe disso), bateu o martelo: “Vai ser a primeira fase de Copa do Brasil mais complicada da nossa história”. Onde eu assino isso aí?

    CURTAS

    Chega por lá Urubus e UruBoas

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