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    Brochada em Pelotas

    Por em fevereiro 26, 2015

    Faltou tesão, foi isso. Uns vão dizer que o resultado foi bom, que o Flamengo soube controlar o jogo, que o time mais cascudo funcionou.

    Pra mim, não. Ou, aliás, funcionou 50%.

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    Anulamos as jogadas do adversário, mas de fato também não criamos muitas chances. Lembro apenas de um lance que o Alecone perdeu na pequena área, um bom chute do Arthur Maia que o goleiro pegou e um chutinho de moça do Luiz Milícia.

    Em alguns momentos do jogo, principalmente no segundo-tempo, fiquei puto com tamanha paciência do time. Era um toque pra frente e dois pra trás. Sentamos na vantagem. Não matamos o jogo quando poderíamos. Pode ser culpa do início de temporada, do condicionamento físico, talvez. Ou só mole da defesa mesmo.

    Não dá pra tomar gol nos acréscimos. Ainda mais um gol que custou nossa classificação antecipada. Nem vou comentar da falha do juiz. Vou sim. O lance não foi absolutamente nada. O fato é que o gol dos caras no final deu um brochada. A noite seria ótima, mas foi só maaaais ou meeeenos.

    O lado bom é que teremos mais uma quarta-feira com cerveja, joguinho do Flamengo e a nossa resenha depois.

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    Destaques de ontem:

    Cirino cada vez com mais personalidade. Sempre que pega na bola consegue ser produtivo. Bons passes e excelente movimentação.

    O Schweinsteiger do Maranhão pelo pouco que vi me pareceu um exímio ladrão de bolas. Tem tudo pra tomar o Cáceres, nosso boneco de Olinda com artrite.

    Arthur Maia é outro que pra mim não pode ficar no banco. Entrou e deu outra dinâmica ao time.

    Até mais.

    PS: Seguindo a tendência do amigo Felippe Fogli, vou terminar a crônica com uma música em comemoração ao gol do Pará.

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