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Índio quer apito

Por em fevereiro 26, 2015

O Brasil conseguiu. Apesar de toda a pompa e dificuldades IMAGINADAS pelas torcidas, a deles e a nossa, para o primeiro duelo da Copa, na prática ficou parecendo mesmo um jogo entre equipes de divisões e objetivos diferentes na temporada.

No comecinho, bem no comecinho do jogo, até parecia mesmo que o treco tinha potencial pra desandar. O rubro-negro de Pelotas iniciou botando fogo pelas ventas. Uma correria monstra e uma tentativa de impor uma blitz dentro do nosso campo de defesa. Não houve grandes conclusões e muitas chances reais de gol, mas PV48 nos brindou com algumas saídas de gol meio malucas que nos trouxeram algum perigo.

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Mas teve jeito não. Com o tempo o treco se aprumou. Começamos a ter mais posse de bola e oferecemos perigos mais reais e concretos de fazer desabar a aldeia Xavante. Contando com a sorte, a zaga indígena se enrolou e Alecgol-que-enfim-estava-em-campo abriu o placar.

Nosso gol foi igual vírus da gripe na aldeia.  Desandou a maionese rival e todo aquele ímpeto inicial do aguerrido time do Brasil de Pelotas foi pro saco. Passamos a tocar bola e ver no que dava. Correria maior nossa na segunda etapa, e o gol do Pará parecia ter resolvido a parada de uma vez. E na verdade resolveu mesmo. O gol Xavante aos 320 do segundo tempo só serviu mesmo para o time de Pelotas garantir um futebolzinho gostoso de fim de noite em um campo bem razoável, o do Palco da Final da Copa do Mundo da FIFA.

Flamengo-Brasil-RS-Brasil-AguiarRaw-ImageLANCEPress_LANIMA20150226_0023_1Merecido o passeio. Time aguerrido e… Sejamos sinceros… Que torcida é essa? Tudo bem que a feliz escolha das cores do clube ajudam muito a ter uma torcida fodarástica, mas ainda assim estão de parabéns todos os envolvidos.

Apesar de não ser grande coisa, o Xavanchester United Gaúcho parece ser bem melhor que os nanicos do Carioqueta. Se serve como termômetro das dificuldades reais que enfrentaremos no Brasileirão? Não. Fosse contra um time de maior expressão, nós também teríamos apresentado um futebol melhor. Acredito até (momento corneta) que com o Arthur Maia de titular.

Passou o suposto jogo de imensas dificuldades contra o quinto colocado do Gauchão. Domingo tem jogo contra o líder do Cariocão. Alguém pode me explicar porque eu acho a próxima tarefa tão mais fácil que a de ontem?

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