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    Flamengo x Bangu x Bonsucesso

    Por em março 25, 2015

    Dizem que alegria de pobre dura pouco. Temos um clássico exemplo disso nessa semana. Após aquela tarde memorável de domingo, voltamos para a habitual modorrência inerente à essa competição, que já teve seus dias de glória no passado. Mas sejamos fortes. Falta pouco, muito pouco para que as verdadeiras emoções de 2015 comecem. Traduzindo em números, faltam 3 jogos chatos. Contra o fluminense, apesar dos pesares, dos rebaixamentos não aceitos e dos tapetes sujos, há que se respeitar as memórias. A do Nelson Rodrigues e a de um time que já foi grande um dia.

    Antes disso, nas próximas quarta e sábado, estaremos velando as últimas ações de dois dos nanicos do Carioqueta. Resolvi pois botar o chinelinho pra agir (ou não agir) e fazer logo um único pré-jogo para os dois emocionantes eventos. Não que com isso eu pretenda afrouxar a corda da minha forca-inferno-astral-particular. Estarei de corpo presente sim às duas protocolares sessões de tortura. Levo muito em conta aquele troço de “na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença, no Carioca e no Brasileirão, e que nem a morte nos separe”.

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    Ah, o Bangu… Que a turma mais nova acredite. Esse Bangu aí era um ossinho duro de roer em Estaduais de tempos idos. Sempre aqui e ali fazendo os times grandes (ou considerados como tal) suarem. Não era raro o tropeço contra essa equipe. Tinha padrinho rico e influente. Fazia boas campanhas e angariava muitos simpatizantes dentre as outras torcidas do Rio. Uma época em que por essas bandas ainda existia com certa constância a entidade aquecedora de campeonato chamada Time Pequeno Competitivo e Chato.

    O rascunho de tempos idos que anda por aí pelos gramados do Carioca almeja uma vaga na Série D do Brasileiro e é isso. Ocupando a oitava posição, com 16 pontos e com 10 de distância pro pomposo G4, não há de dar muito trabalho… Bem… Tem aquela questão que levantei por aqui dia desses. Não acho MESMO que nossos muitos volantes sejam uns cabeças-de-bagre, contudo, contra as retrancas de time pequeno, seria de bom tom um time mais agudo já do meio pra frente. Mas aí tem a questão de usar o Carioca pra acostumar o time para o Brasileirão… Sei lá… Problema do Luxa. Apesar de nossos contra cheques serem iguais, cada um que carregue a sua cruz, e a minha é de isopor.

    Se o Bangu, de heróico empate contra o Macaé na última rodada, não empolga muito, o que falar do Bonsucesso, o Leão da Leopoldina, que nunca foi assim tão bom e nem tão pouco sucesso? Ocupando a posição de número 13 com 7 míseros pontos e a 4 do lanterna, deleitou-se em gols pra cima do Boavista. Deixaram quatro na rede, o que não quer dizer nada, porque no povo lá da parte menos nobre da tabela, o Vasco, por exemplo, meteu cinco no Nova Iguaçu antes de inaugurar o novo tabu de perder para o Flamengo no pólo aquático de grama. Sobre podres do Bonsucesso… Bem… Eles conseguiram levar três gols do fluminense em 15 minutos. Acho que basta.

    Epa… Se eu já fiz pré-jogo duplo, de que diabos vou falar nos próximos dias?  Vixe… Agora deu até pena de vocês. Eh, eh, eh… Não há de ser nada. Arranjo uns trecos. Falando em trecos… TALVEZ, TALVEZ, eu grave uns vídeos das viagens do Brasileirão e jogue por aqui. Vai depender da paciência, da minha ignorância tecnológica, que as vezes não me permite fazer as coisas mais básicas, e da paciência do editor do Falando de Flamengo, cuja filmadora surrupiei faz tempo e ainda não devolvi. Fiz uns testes no domingo. Preciso e prometo que vou firmar a mão. O troço tá parecendo filmado no meio de um terremoto. Pra quem anda com saudades da Nivinha por aqui… A saudade vai aumentar.

    CURTAS

    ROLOU A BOLA. Pra turma mochileira o Brasileirão já começou. Um dos segredos é comprar bem cedo para garimpar as promoções. Já tenho passagens para um jogo que será realizado em julho. Amo muito tudo isso.

    SEMANA SANTA, MAS NEM TANTO. Pelo andar da carruagem, o fluminense vai precisar de um milagre pra conseguir a difícil tarefa de arrumar vaga na fase final do Carioqueta. Jogo contra a gente deve ser decisivo. Sem perdão. Sem caridade. Não contem com a nossa ajuda.

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