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Flamengo: luz amarela em ano de eleição

Por em junho 10, 2015

Uma das medidas mais absurdas da administração passada do Flamengo foi o convite/contratação de Adriano, Andrade e Marcos Braz. E o absurdo não tem absolutamente nada a ver com a capacidade de nenhum dos três, tem a ver com os motivos e condições nas quais os convites foram feitos. Quem administra o Rubro-Negro tem que saber que tem mandato para agir no estrito interesse da instituição, e não tenho dúvidas de que alguns limites foram testados naquela oportunidade.

conflaria flamengoDepois disso, lá pelo longínquo ano de 2012, muita coisa aconteceu. A maioria delas, rumo a profissionalização da gestão, que é um processo imperioso  para quem administra um orçamento de mais de R$300.000.000,00 (!) e tem sob sua tutela 40 milhões de vidas. E se existe uma coisa que você deve saber sobre profissionalização, é que ela pode custar a perda de empregos e de cargos; inclusive o seu!

Digo isso agora, porque passei o final de semana digerindo a visita que nosso grande rubro-negro Ivo Meirelles fez à concentração do time. No ambiente profissional, imagino que o departamento de marketing ou o departamento de futebol, ou ainda, ambos tenham detectado a necessidade de conectar o elenco a um ‘representante da torcida’. Pode ter sido uma boa ideia, a despeito de eu duvidar. Mas, uma declaração do próprio Ivo ao sair do encontro me intrigou.

O músico se referiu a um grupo político, a ‘Conflaria‘, cujo patrono é Jorge Rodrigues, ex-candidato a mandatário do Mais Querido, como sendo o avalisador da ideia. Opa! Luz amarela! Então ele não era um representante da nação? Estranho! Tomara que essa iniciativa tenha sido, unicamente, no interesse da instituição. Porque no profissionalismo, já sabe, nem o chefe tem o emprego garantido…

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