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    Era uma vez o Maracanã sem selfies em dia de Flamengo

    Por em junho 21, 2015

    trem-flamengo_torcidaEra uma vez uma multidão que invadia o Maracanã, se pintava de vermelho e preto e cantava em uníssono a mesma canção. Músicas simples, mas com grande energia. Era uma vez uma torcida que dava espetáculo fora de campo e alavancava times mágicos e outros nem tanto. Era uma vez uma legião de fanáticos pelo Clube de Regatas do Flamengo que viu a camisa 12 ser aposentada por suas brilhantes atuações nas arquibancadas.

    Eu vi, fui testemunha de uma geração de ouro no gramado, mas vi também outra geração de ouro no cimento do velho Maracanã. Como todo belo conto de fadas, a história deve passar por um revés e se complicar. Veio uma nova geração que  se preocupa mais em aparência dentro de campo e fora dele. No gramado, chuteiras e penteados passaram a ser mais importantes do que o rendimento. Assim como nas arquibancadas passaram a ser mais importantes selfies, pipocas e corações com as mãos e aparecer nos telões.

    Como sou otimista, acredito que caminharemos para um final feliz, com uma retomada da pura essência rubro-negra.

    “Conte comigo Mengão, acima de tudo rubro negro”

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    Observação: não pretendo ditar regras de como se deve torcer. Cada um torce do jeito que bem entender! Tire selfie, levante para comer e vire de costas para o gramado. Vaie, aplauda… Apenas escrevi um retrato do que vejo nas arquibancadas.

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