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Rapidinha do Mengão: O Jumento e sua turma

Por em agosto 20, 2015

Era uma vez um técnico acéfalo. E um pseudo-jogador que veio lá da Argentina, e adorava tirar selfies. Também tinha um zagueiro trapalhão, que lê muitos livros, fala bem, só não sabe jogar bola. Certo dia o técnico acéfalo foi treinar o Maior time do país. O time até jogou bem em alguns jogos, mas perdeu a maioria deles.

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O pseudo-jogador continuou fazendo o que sabe, tirar selfies. Em campo, a mesma coisa, não cria, não marca, não corre. O zagueiro trapalhão achou que o time estava evoluindo, que as vitórias chegariam, que o trabalho estava sendo bem feito. O time continuou perdendo. Perdeu de virada. Perdeu de goleada. Perdeu até pro pior time do campeonato. E isso chutando a gol uma única vez. Pra piorar, o técnico acéfalo decidiu que de agora em diante só faria 2 substituições.

Não importa que o time esteja perdendo. Não importa que os jogadores estejam cansados. Não importa que a torcida esteja puta. Não importa nada. O jumento e sua turma continuam treinando como se nada tivesse acontecido. Mas, de verdade, nada aconteceu mesmo. Pelo menos pra eles. O salário continua o mesmo, caindo no dia certinho.

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Nós é que passamos um perrengue fodido pra assistir essa turminha, metrô lotado, chuva, frio, ingresso caro, falta de transporte. Desculpa, Nação, mas essa turma não me representa. Não vou continuar apoiando um técnico que perde mais do que ganha. Um jogador improdutivo que nunca sai do time. Um zagueiro que vive fazendo lambanças e ainda por cima joga a braçadeira de capitão no chão num gesto de total desrespeito.

Não vou perder meu tempo com vocês. Não mais. Não até vocês irem embora. Jumento pode ser o técnico, não eu.

Nota: o técnico pediu o boné.

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