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    Um mar de gente do Flamengo em Brasília

    Por em setembro 17, 2015

    67 mil ingressos vendidos. Recorde de público. Após muitos terem decretado o fim do ano de 2015, o Flamengo, sob o comando de Oswaldo ‘Harry Potter’ de Oliveira, se animou e resolveu apimentar o treco. Sob o olhar incrédulo e feliz de muitos dentre nós da Nação, e também sob os olhares horrorizados da arcoirizada, que já devia estar comemorando o fato de que íamos encher menos a paciência de todos por conta de uma campanha com deficiência de adrenalina.

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    Seis vitórias… Vocês leram SEIS vitórias seguidas no segundo turno do Brasileirão. Após uma primeira metade pífia, que de tão dramática chegou a ser cômica em seus momentos mais estapafúrdios, o que nós da Nação poderíamos fazer que não fosse esse enlouquecimento coletivo? O que nossa equipe merece ao sair do Ostracismo Modorrento Nível Carioqueta para o modo Rolo Compressor? Merece nosso descontrole. Ainda mais após não só vencermos com autoridade as duas últimas, como tendo feito isso com um (des)carregamento enorme de desfalques.

    G4? Sério?  G4? Claro que a Nação pensou nisso… Quando estava no Z4. Agora que metemos o pé na porta e adentramos a parte de cima, só se fala em título por todos os lados. Para os matemáticos, os comedidos debates das várias mesas de resenha desportiva da televisão, para o universo da sensatez e raciocínio, o Flamengo está de parabéns pela luta por uma vaga na Libertadores. Para nosotros, formados em Flamengologia e com PHD em Causas Impossíveis, nossa briga já é outra.

    Sério. O que são nossas simulações de resultados futuros? A paixão gerando uma espécie de poesia estatística. A gente começa logo tirando três pontos da conta pra calcular a diferença. Se temos confronto direto contra Corinthians, Atlético e Grêmio, óbvio que vamos ganhar. Pouco importa se os três compromissos são fora de casa. Nossa confiança vem baseada, por exemplo, no ótimo retrospecto que temos nos jogos contra o tricolor gaúcho atuando em Porto Aleg… Epa… Espera. Aaaaahhhh… Tanto faz. A gente resolve isso esse ano. Nos nossos cálculos todo mundo vai tropeçar menos a gente. Porque é óbvio. Tanto que não perdemos pra ninguém ainda no segundo turno, porra!!! Contra fatos não existem argumentos.

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    Apesar desse texto ser um pré-jogo, dessa vez não subi no banquinho para bisbilhotar o quintal do vizinho. Cês tudo vão me perdoar. É que vou redigindo isso aqui um pouco antes dos jogos das dez da noite dessa quarta. Daí tá meio difícil equilibrar o celular, a tigela de farofa amarela, a vela de sete (de hepta) dias e essa maldita dessa galinha preta, e ainda prestar atenção nos carros aqui na encruzilhada. Eh, eh, eh…

    Bora lá, Flamengo. Jogar sério. Como sabiamente diz o mítico Alvarenga: “Faltam apenas 13 vitórias”.

    Qualquer coisa…

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