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    Flamengo vem misturando ótimas atuações com outras não tão boas

    Resultados tem nos colocado sempre em situações favoráveis

    Por em setembro 8, 2016

    Respire fundo. Não existe nenhum rubro-negro, em qualquer lugar do mundo, que não esteja entusiasmado com o atual momento do time. O Flamengo vem misturando ótimas atuações com outras não tão boas, mas os resultados tem nos colocado sempre em situações favoráveis. Hoje, estamos classificados para a próxima fase da Copa Sulamericana e a apenas 3 pontos do líder do Campeonato Brasileiro. Tudo isso eleva a confiança e o moral da torcida rubro-negra, que começa a sentir que o sonho do hepta não está tão distante assim.

    Eu, particularmente, sou o mais feliz e confiante dos rubro-negros. E tudo isso por uma explicação muito simples: quaisquer forças subjetivas que vocês possam acreditar (independente de religião, superstição ou qualquer tipo de crença) estão do lado do Flamengo. Eu vou explicar direitinho essa história.

    flamengo_ponte_fernandinho_1_2016

    Antes de mais nada: perdemos, logo no início do campeonato, nosso renomado treinador. Não existe culpa da diretoria, não existe planejamento nesse caso. Existe azar. Ou sorte: Muricy não vinha conseguindo encontrar o time ideal, muito menos o esquema tático adequado, quando teve que se licenciar. Entra o Zé Ricardo, arruma o time e, obrigatoriamente pelos resultados, é efetivado. Nossas maiores conquistas vieram com técnicos de pouco nome ou interinos, só pra lembrar.

    Batemos muito na diretoria por isso: passar todo um campeonato de maneira itinerante é resultado prejudicado na certa. Mas não nessa temporada rubro-negra. Dois fatores (que considero fundamentais na boa campanha do Flamengo) vieram mostrar que não existe receita de bolo no futebol. Jogar em estádios diferentes e gramados diferentes nos fizeram mais fortes quando não possuímos mando de campo. Não à toa, temos a melhor campanha como visitante (junto com o Palmeiras) do campeonato. E, se tivéssemos Maracanã, encontraríamos Cariacica? O Kleber Andrade, o Maracanã Capixaba, o estádio onde temos 100% de aproveitamento no campeonato, é um trunfo dos mais importantes.

    Por fim, nessa caminhada especial para o hepta, temos o protagonismo de quem nasceu (ou ainda é) coadjuvante. Ou vocês acreditam que o gol, de Everton, por cobertura, no mata-mata da Sulamericana é comum? Quem poderia apostar que Vizeu, garoto da base, promissor mas ainda sem experiência, marcaria dois gols contra o forte Atlético de Minas? O que dizer de Gabriel e Fernandinho, tão contestados, decidindo o difícil jogo contra a Ponte?

    Amigos, é impossível não acreditar que esse ano está cheirando a hepta. Mas o caminho ainda terá muitas pedreiras. Respiremos fundo. Pegaremos Galo, Palmeiras e Inter fora. Ainda tem o prejuízo que a decisão do STJD nos causou. Mas vamos jogo a jogo, etapa por etapa. A próxima, já no sábado, é contra o Vitória. Aliás, quantas letras tem “Vitória” mesmo?

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