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    Flamengo faz entrega sob encomenda

    Por em março 19, 2017
    flamengo berrío

    A CONTA DO CHÁ. Curiosamente esse seria o título do texto. Daí o sistema de postagem informou que já existia uma com esse nome. Fiquei curioso e fui dar uma fuçada… Não é que em fevereiro de 2015 essa foi a sensação após uma vitória magra sobre o mesmo Resende? Sinal de que os anos passam, o Flamengo até melhora, mas o Carioqueta continua o mesmo.

    Nos Embalos Modorrentos de Sábado à Noite em Volta Redonda, as duas equipe iniciaram a partida fazendo uma bela homenagem ao seriado de zumbis The Walking Dead. O Flamengo tocando a bola de um lado para o outro, com um bocejo aqui e outro acolá, e o Resende malandramente fazendo uma viagem no tempo de nossas avós e com a manjada tática nanica de botar 725-0-1, tentando a sorte em algum contra-ataque propiciado pela nossa lentidão em campo.

    Zzzzzzzzzz… Priiiiiiii… Acaba o primeiro tempo e os melhores momentos foram mesmo umas auxiliares gostosas da arbitragem. Aliás… Falando nisso… É impressão minha ou 99% das meninas que escolhem exercer tal atividade são loiras?

    Imagino o técnico do Resende dando instruções no vestiário: “Isso aí, rapaziada. Bora seguir essa tática que o Flamengo já tá quase dormindo em campo. Em breve acaba pintando uma oportunidade qualquer. Não vamos mudar nada”. Do outro lado, Tio Zé Ricardo, pelo jeito que o time começou a segunda etapa, deve ter ido na base do: “Cacete… Cês não tão querendo porra nenhuma, hein? Vamos, povo. Trabalhar. Eu sei que o Carioqueta é um saco, mas se vocês não mostrarem nada, como vou saber se dá ou não dá pra utilizar em campeonato de verdade?”

    Priiii… Começa o segundo tempo e tudo muda. O Flamengo começa, sem muito brilhantismo, a jogar bola, e o Resende se vê forçado a fazer alguma coisa também pra não pegar muito mal.

    flamengo

    As melhores coisas que se tiram desse jogo são: Em primeiro lugar, é claro, os três pontos. Podemos destacar também uma variação de posicionamento e funções em campo que serve muito bem pra mostrar para os apocalípticos que o Zé Ricardo treina o time sim. Mancuello começou com uma função e mudou para outra, Berrío começou jogando de um lado e passou para o outro no decorrer da partida. Fora isso, é muito bom ver que os reservas dos reservas são capazes de entrar em campo e fazer o nível da partida subir. Escutem bem: “OS RESERVAS DOS RESERVAS”.

    Quando a refeição é pouca, cada um trata de eleger o seu melhor componente e focar nele. Sem dúvida, se tivesse que escolher a melhor iguaria dessa comida miserável que o Ferjão #201SETE nos serviu na noite de ontem, escolho o fato de que botaram o Thiago pra trabalhar e ele correspondeu muito bem quando foi exigido. Ameniza um pouco o meu maior medo momentâneo da temporada, que é uma possível lesão/convocação do Muralha que gere um desfalque. Sabendo que essa lesão ou convocação tem duplo risco, pode ocorrer em campo, ou até mesmo em casa, se é que vocês me entendem.

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