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Evolua, Flamengo

Por em junho 27, 2017
zé ricardo

Entre atuações desastrosas e muitas trapalhadas da comissão técnica, o Flamengo enfim encontra-se nofamoso G4. E com isso,  o time se aproxima ainda mais da meta de 2017, que é a conquista do Campeonato Brasileiro.

E para tal ‘feito’, foi preciso esperar as dez (eu disse dez!!!) rodadas iniciais do Campeonato Brasileiro, para que enfim, a torcida pudesse ver o time no local aonde ele já deveria estar há muito tempo. Não só pelo que representa o Flamengo na América do Sul, mas também pelo investimento que o clube tem destinado para o futebol profissional ano após ano.

E olha que não são poucos recursos. Nos últimos cinco anos, o investimento têm sido muito alto. Clique aqui e leia a matéria do globoesporte.com sobre o assunto.

E entre os investimentos recentes, podemos observar de forma mais atenta o caso de dois atletas: Cuellar e Rômulo.

zé ricardo

Como que dois jogadores tidos como reforços, são reservas de jogadores que já estavam no elenco? E por quê essa bizarrice acontece? É um erro de avaliação? E se for, é um erro de quem os trouxe ou do técnico que não os escala como titulares? Alguém sabe explicar essa situação?

Além dessas e outras bizarrices, a Nação Rubro Negra tem que presenciar o futebol pragmático. Essa praga que dia após dia, cria raízes mais profundas em nosso futebol brasileiro… Um tipo de futebol que tem como único objetivo: alcançar uma vitória esdrúxula. Aquela vitória que só os três pontos interessam.

Esse tipo de jogo, é aquele no qual o torcedor sai mais aliviado do estádio por conta do gol chorado que deu a vitória ao seu time, do que a felicidade pelo triunfo conquistado com firmeza e segurança pelo seu time de coração durante os 90 minutos.

Agora reflitam: Se esse tipo de jogo não sustentou a continuidade do Flamengo na Libertadores após seis jogos, vai sustentar o time para a conquista do título do Campeonato Brasileiro que possui 38 rodadas?

Torcedor de verdade gosta de vitórias com atuações convincentes. Seja ele torcedor do clube que for. Ninguém gosta de mediocridade. É óbvio que em algumas partidas difíceis, o jogo ‘feio’ faz parte de uma vitória conquistada no sufoco… Mas disputar um campeonato dessa forma, do início ao fim: não há torcedor que aguente.

Penso que a evolução do Flamengo no segundo semestre, passará pela união do grupo. Acho que somente o grupo tomando as rédeas do estilo de jogo da equipe, fará com que esse time evolua.

É preciso que as lideranças (não necessariamente técnicas) se posicionem para ajudar o treinador, que ao menos me parece perdido na montagem do time. Acho que todos devem opinar de forma democrática quanto a forma de jogar, méritos para a escalação, responsabilidades de cada um nos treinamentos, marcação, posicionamento tático, etc…

Claro que é necessário respeitar a hierarquia. Seja aonde for.

Entretanto, cada vez mais estamos caminhando para um mundo corporativo no qual as responsabilidades e rumos de uma equipe de trabalho são decididas de modo compartilhado. Aonde todos são responsáveis de fato, pela evolução da equipe de trabalho. Então por quê no futebol profissional atual, têm que ser diferente?

Até porquê já vimos como está sendo o primeiro semestre do futebol do Flamengo. Imaginem se tudo continuar como está?

E se time ficar só “sentado”, esperando as melhores decisões dos gestores do futebol e da comissão técnica… acho difícil acontecer algo inovador e que também seja vencedor.

Enquanto isso, a Nação Rubro Negra continuará torcendo. Seja pagando ingressos com valores absurdos para os padrões futebolísticos do Brasil, ou torcendo de casa. Seja sozinho ou com os amigos.

Afinal de contas, o no nosso hino já diz: Uma vez Flamengo, Sempre Flamengo.

Saudações Rubro Negras.

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