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Diretoria do Flamengo faz pirraça como criança mimada

Por em novembro 7, 2017
bandeira flamengo

Toda criança quando está acuada e não sabe mais o que fazer para conseguir o que quer, parte para a birra. Pois é exatamente assim que vem agindo a diretoria do Flamengo no ano de 2017. Acumulando mais fracassos que títulos, não sabe mais como dar um passo à frente e começa a querer ir não só contra a opinião da torcida e imprensa, parecendo querer irritá-los, mas também a negar seus próprios erros. Nada mais do que a velha pirraça infantil.

bandeira de mello

Logo após a eliminação vexatória da Libertadores, o presidente Bandeira de Mello foi à imprensa e, quando questionado se haveria mudanças, disse que não via motivos e ainda chamou de “falsos rubro-negros” quem pedia isso. Rapidamente o termo virou meme e ironizado pela torcida. Esta semana, em entrevista ao portal UOL, o gerente de futebol Mozer além de dizer que a conquista apenas do fraquíssimo Campeonato Carioca era algo para se comemorar, falou que “o Flamengo não trabalha com dispensas para 2018”. Isso exatamente logo quando o time tem um desempenho individual ridículo em Porto Alegre, repleto de falhas individuais dos mesmos jogadores de sempre.

O nome disso é pirraça. Como uma criança que arrumou metade do quarto e agora já quer sair para brincar na rua, a diretoria do Rubro-Negro sentou sobre o argumento de que as finanças estão em dia e que o investimento foi feito. Não, isso não basta. A bagunça não foi arrumada, está incompleto o serviço. Falta cobrança. Falta assumir responsabilidade pelo que não dá certo ao invés de insistir neles. Faltam resultados!

Atual diretoria do Flamengo é, de longe, a melhor da história do clube em termos financeiros. Mas sua mentalidade é perdedora. Acomodada com o fracasso. Acostumada a perder. Resiliente a não sair do lugar comum.

Ao final do ano é preciso uma forte mudança de postura. Mudanças drásticas no elenco, dispensa de profissionais que não acrescentam mais e ainda conseguiram a antipatia da torcida. Fora dos gramados também já há desgastes. Não se pode confundir história vencedora com eterna gratidão até mesmo nos erros. Clube se faz com gente que entenda o futebol praticado em 2017, com gana de vencer! Não uma vitrine à céu aberto de ex-jogadores.

A torcida não está cansada, ela está revoltada. Não pelos fracassos, mas sim pela passividade e as pirraças da diretoria. Como uma criança mimada e que não sabe o que fazer. Só que agora, ao contrário de outros anos, os torcedores já começam a colocá-la de castigo. E isso pode custar caro nas eleições.

Goal

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