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Em jogo morno, Flamengo e Vasco ficam no merecido zero a zero

Por em janeiro 28, 2018
flamengo vasco

Um “alívio” observar as tradições sendo mantidas. Não as de tempos idos, quando o Clássico dos Milhões enchia e parava a cidade com confrontos em qualquer competição ou situação da tabela, mas os costumes da história mais recente do outrora Campeonato Carioca, assim mesmo com maiúsculas, que foi se apequenando em público, qualidade e emoção até se transformar no nosso querido carioqueta. Assim mesmo, com minúscula.

Após a molecada do Flamengo desrespeitar as tradições recentes nas rodadas iniciais, a partir da terceira, quando os veteranos começaram a pintar no gramado e, de forma responsável, devolver a Modorrência a quem de direito, o zero a zero da tarde desse sábado foi imensamente merecido pelas duas equipes.

César e Martín Silva pouco sujaram o uniforme. Poucas chances claras de lado a lado, sendo as ocorridas regularmente desperdiçadas sem gerar maior adrenalina para quem via no Clássico (estávamos nessa aqui no Boteco) uma oportunidade de esquentar o campeonato.

flamengo vasco

Do lado de lá o Zé Ricardo manteve aquela ladainha que já era habitual quando estava por aqui. Disse ter gostado do comprometimento tendo em vista o jogo decisivo pela pré-Libertadores no meio da semana. Do lado de cá o Carpegiani mandou um “estou satisfeito” na cara grande. Bem… Pelo menos a gente pode comemorar o fato de duas pessoas terem gostado da partida. A não ser que… Será que eles estão mentindo? Seeeeegueeeee o jogo.

Sem citar nomes, mesmo porque teve prata da casa que teve mau desempenho também, Carpegiani aos poucos vai ficando com um problema bom e do tamanho do mundo nas mãos. Se a vida fosse só Carioqueta nem tinha o que pensar, mas não é. Faltando um mês para a Libertadores, fora a aparente inércia da diretoria para resolver quem veste a camisa 9 nas partidas inaugurais da competição, o técnico tem que decidir o que vale mais: experiência ou desempenho?

E essa escolha vem cheia de nuances que a tornam mais complicada. Se a gente fala em experiência… Os veteranos atuais trazem na bagagem uma série de experiências negativas na temporada 2017. Nas mais variadas competições. Se olhamos para o desempenho… Não tem MESMO como saber o quanto vai pesar ou não a diferença de grau de importância e intensidade na hora de disputar uma Copinha, um Carioqueta, ou a maior competição do continente.

Bora torcer.

Isso aqui é Flamengo.

Petiscos

. ITALIANOS NO PREMIÉRE? Deu uma esfriada na negociação entre Flamengo e Udinese envolvendo o Vizeu. Será que eles assistiram Flamengo e Vasco?

. MAIS UM FATOR NA EQUAÇÃO. Fora a fórmula complicada que citei no texto contrapondo experiência e desempenho, tem um outro fator fundamental na equação e que pode mudar todos os cálculos. Paciência (ou a falta dela) da torcida. Realmente um problemão.

NÃO VAI COLAR. Parece que teremos o elenco completo para o emocionante jogo contra o Nova Iguaçu em Brasília. Se o ingresso não for barato… Não vai colar e teremos o Mané Garrincha honrando as tradições de público meia-boca do Carioqueta.

.  COMO SERÁ? Diante da reduzida presença da torcida do Vasco no Maracanã… A gente fica daqui só pensando em como será então quando for contra o Botafogo.

Mesa da Arcoirizada

. NA CORRERIA. 275 dias pra decidir isso… E Nenê acaba saindo bem na hora do jogo pela pré-Liberta. Vida cada vez mais difícil lá em São Janu.

. LUXO NO LIXO. Botafogo e Boavista fazem jogo de líderes no Carioqueta.

. LIXO NO LUXO. Já fluminenCe e Madureira fazem duelo de lanternas em Xerém.

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