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A filosofia de futebol do Flamengo lhe agrada?

Por em maio 15, 2018

No dia 16 de Maio, o time de futebol do Flamengo disputará mais uma partida válida pela Libertadores da América 2018.

O time Rubro Negro tem a chance de se classificar para a próxima fase da competição dependendo apenas de sí.

Se levarmos em conta que o Flamengo disputa todas as competições que um clube de futebol pode disputar durante uma temporada, essa história de que o jogo contra o Emelec é o “jogo do ano”, é apenas conversa fiada. Até porque se levarmos em consideração o histórico dos rotulados ” jogos do ano” por esse elenco e também pela gestão de futebol do clube, em temporadas passadas… chegaremos a conclusão que esse jogo terá contornos dramáticos.

E se você tem alguma dúvida sobre a conclusão do parágrafo anterior, basta ver o resultado desses tais “jogos do ano” da Libertadores e de outros campeonatos que esse tal “elenco de qualidade” deixou escapar pelos dedos em temporadas passadas.

Agora, se levarmos em consideração que o adversário tem apenas um ponto e está na última colocação do grupo do Flamengo, esse jogo tem que ser tratado como um jogo normal e que não há motivo nenhum se ter sustos durante a partida.

Afinal de contas… se um jogo de quinta rodada da primeira fase da Libertadores é tratado como “o jogo do ano”, imaginem como serão tratados os jogos das quartas ou semifinais da Libertadores. Ou até mesmo, os jogos do Brasileirão a partir da rodada 34, por exemplo.

O time do Flamengo precisa entender o peso que a a sua camisa possui.

Em diversos jogos (recentes e das últimas temporada), o time do Flamengo parece não conseguir se impor diante de seu adversário. E isso ocorre especialmente nos jogos no qual a crônica esportiva, sua torcida e o mundo do futebol espera que o time não apenas vença a partida, mas sim, que vença com autoridade e também jogue muito bem durante os 90 minutos.

Até porquê, mesmo que o time vença muitas partidas jogando abaixo do seu potencial….quando os campeonatos “afunilarem”, os adversários estarão em um nível técnico muito melhor do que o nível atual. E dessa forma, a chance de se obter êxito sobre eles, obviamente que será bem menor.

Poupar pra quê?

Contra a Chapecoense o Flamengo colocou em campo uma escalação alternativa.

Quando saiu a notícia que alguns jogadores seriam poupados, obviamente que considerei um planejamento de jogo extremamente covarde. Afinal  de contas, para quê poupar jogadores se o time poderia conquistar três pontos e manter a liderança do campeonato (algo inédito nos últimos anos) com uma diferença de pontos muito interessante sobre os outros candidatos ao título do Campeonato Brasileiro?

Ao final do jogo, o técnico disse que os jogadores estavam desgastados, e por isso formam poupados.

Ok. Tudo bem. Mas independentemente dessa necessidade, NÃO é justificável que o Flamengo jogue TÃO MAL diante de um time que possui um investimento financeiro no DP de futebol, bem abaixo do seu.

Com todo respeito ao adversário, mas um empate já poderia ser considerado resultado ruim. A derrota então… nem se fala.

Recuar pra que?

Uma situação que eu acho bem curiosa nos jogos do Flamengo, é que sempre ocorre a entrada de um volante durante o segundo tempo. Independentemente  do time estar perdendo ou ganhando, na maioria das vezes… o volante entra e o time acaba atuando um pouco recuado até o final da partida.

Por quê não deixar por mais vezes… o time atuando mais avançado da segunda metade do segundo tempo em diante?

Substituto do Guerrero.

Guerrero é um excelente jogador de futebol. Não só pelos gols que faz… mas também pela sua importância técnica/tática para a equipe. Além da sua entrega em campo durante os noventa minutos.

Entretanto, Guerrero não poderá atuar durante um bom tempo. Logo, a contratação de um jogador de alto nível para substituí-lo no ataque do Flamengo, é fundamental.

Aliás… penso que a gestão de futebol do Flamengo já tem que ter mapeado diversos jogadores de alto nível p/ a posição que era do Guerrero. Pois uma gestão profissional de futebol, precisa ter em seu planejamento anual: o mapeamento de ações para os cenários de sucesso e ações de contingenciamento p/ os cenários de insucesso.

Orgulho de filas quilométricas???

Em diversos países, as pessoas compram ingressos para shows, peças de teatro, cinemas e museus, de forma 100% on line. Inclusive, muitas dessas pessoas compram ingressos pela internet antes mesmo de viajarem para outro país a passseio.

Geralmente… os clientes compram e IMPRIMEM o ingresso em sua PRÓPRIA residência. E ao se dirigirem ao estabelecimento no dia do evento (no seu país ou no exterior), o cliente apresenta o ingresso impresso por ele. E se necessário, algum atendente do estabelecimento valida o ingresso com algum leitor código de barras ou com alguma tecnologia semelhante. É um processo simples (que dura apenas alguns segundos) e que não gera transtornos. Aliás… também não gera nenhuma fila quilométrica.

No Brasil, em muitos estalecimentos os clientes já são atendidos dessa forma. O que proporciona uma ótima experiência  para o cliente. Atitude essa, que o faz querer voltar nesses estabelecimentos novamente. E quem sabe, até indicá-los para seus amigos e familiares.

Aliás… certos estabelecimentos já trabalham com o ingresso armazenado em um app (aplicativo de celular).

Porém… infelizmente no Flamengo esse  cenário ainda é uma realidade muito distante. Há anos, a torcida do Mais Querido precisa enfrentar filas gigantescas para adquirir um mísero ingresso.

E quando digo isso, eu incluo todos os torcedores: os STs que não possuem o cartão ingresso e também os torcedores que não fazem parte de nenhum plano de Sócio Torcedor do Flamengo.

Inclusive eu acho ridículo que torcedores tenham que ficar uma, duas, três horas em uma fila para comprar/trocar um ingresso. 

E pior de tudo, é que essas filas gigantescas, são tidas como sinônimo de “casa cheia”,”a torcida está empolgada com o time”, etc…

Na minha opinião, é vergonhoso que o clube ofereça essa péssima experiência para os seus torcedores.

Infelizmente, mesmo após a tal reestruturação financeira/administrativa do clube, o DP de Marketing do clube ainda não consiguiu mudar esse panorama.

Tecnologia disponível para mudar essa situação, já existe. Portanto, na minha opinião, o que falta mesmo, é competência.

E a Ilha do Urubu?

Caso o Flamengo venha mandar muito dos seus jogos no Maracanã, como ficará a Ilha do Urubu?

Além disso, quantos jogos e quanto anos serão necessários para o clube ter o retorno financeiro do valores investidos na Ilha do Urubu?

Alguém sabe?

Diego no banco de reservas.

Com o atual meio campo que o Flamengo tem (Cuellar, Paquetá, Éverton Ribeiro e Vinicius Júnior), não tem como Diego ser titular. Pois vem atuando muito abaixo se comparado aos demais jogadores de meio de campo.

Como o time tem uma zaga que é lenta em muitos momentos, o Flamengo pode atuar com três zagueiros.

Esse terceiro zagueiro, além de proteger a zaga, também poderá ser uma proteção ao Cuellar, que é o único volante de origem entre os onze titulares.

Classificação.

Vencendo o jogo de quarta-feira, o Flamengo estará clássificado para a próxima fase da Libertadores. Portanto, a ordem é: torcer, torcer, torcer.

Uma vez Flamengo, Flamengo até morrer.

Abraços e até a próxima!

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