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    Flamengo não surpreende e faz o básico na Argentina

    Por em maio 24, 2018
    flamengo

    No conversê de pré-jogo aqui do Boteco foi comentado que seria legal, fora as vantagens práticas, o Flamengo lutar realmente pela primeira colocação na partida contra o River Plate. Mostrar que está sim na briga pelo título e que de forma alguma será coadjuvante no mata-mata.

    Daí com a bola rolando confesso que fiquei com um riso meio amarelo e refletindo com certa tomada de consciência. Se muitas vezes nos últimos tempos assistimos um Flamengo meia bomba em campo em partidas de suma importância… Por que diabos achar que justo nessa, com a vaga já garantida, ia acontecer algum tipo de disposição maior para arrancar os três pontos? E poucos dias após ver o time empatar sonolento contra um dos “maiores” rivais no Maracanã. Se nem um Clássico valendo a liderança do Brasileiro serviu pra injetar um ânimo maior…

    flamengo

    Nem jogamos de maneira pavorosa. Foi aquela coisa burocrática e sem sal. Não oferecemos perigo, e também corremos poucos riscos (fingindo que não vi aquela pancada de bicicleta no nosso travessão). Muito provável que o justo empate tenha ocorrido simplesmente porque servia pros hermanos.

    Quando o River viu que pra gente o empate parecia ok… Respondeu: “Então tá combinado”.

    Disse o Maurício de Souza na coletiva de pós-jogo que o Flamengo foi lá para vencer, arrancar os três pontos. Como eu podia estar apenas sendo ranzinza, fui até dar uma reolhada nos melhores momentos. Além de sair com a mesma impressão já exposta em parágrafo anterior, quando tava voltando aqui pro Falando de Flamengo ainda tropecei por acaso na opinião do Maestro Júnior. Esse sim ficou pistola com o desempenho. Além de chamar o time de covarde, ainda disse que quem está no comando parece não conhecer a história do clube. Se o Maestro disse… Tá dito.

    De quebra ainda perdemos Paquetá para o primeiro jogo das oitavas. E de bobeira dupla. Primeiro do próprio jogador, que levou amarelo em falta infantil e desnecessária. E em segundo plano porque, dado o nível de não interesse do time em partir pra dentro do River com La Intensidad, ainda mais sabendo que uma possível derrota não mudaria nada, podia ter entrado em campo qualquer outro e poupado o garoto. De repente servia até para esquentar o banco e esfriar um pouco a cabeça.

    De qualquer forma agora já foi. Cada vez mais os ventos que vêm da Rússia vão encaminhando o futebol comum nosso de cada dia para a coadjuvância temporária. Libertadores agora só em agosto. Só nos resta ver o Flamengo carimbando os últimos documentos e preenchendo os derradeiros formulários pelo Brasileirão antes da parada pra Copa.

    Essa burocracia já nos custou a liderança e é provável que nos custe ainda mais algumas posições na tabela.

    Hmmmm… Se a gente olha o retrospecto dos últimos anos, nosso lado racional há de indicar que não há muita esperança de mudança no quadro ainda nessa temporada. Porém… Como já disse várias vezes: não é porque dirigente não dirige e jogador não joga que torcedor vai deixar de torcer.

    A gente dá esse stop pra Copa ouvindo antes lamentações sobre coisas que não se pode mudar: “Nosso desempenho foi abaixo porque o calendário isso… As lesões aquilo… Os desfalques aquilo outro…”. De julho até agosto vem outra vez “a falta de ritmo de jogo”, e depois retorna para as desculpas habituais.

    Enfim…

    Bora torcer.

    Isso aqui é Flamengo.

    PETISCOS

    . REALIDADE PARALELA. Fred Luz deu umas declarações na entrevista do “fui” que eu nem sei porque nós não fomos todos até a Gávea carregar o Smurf nos braços e agradecer por tudo.

    . O ÚLTIMO A SAIR APAGA A LUZ. Falando nisso… Não rolava um papo de que o Bandeira ia colar com a Marina e partir pra política?

    . MURALHAGEM. Diego Alves por duas vezes fez todo mundo do lado de cá lembrar do Alex Roberto.

    . METAFÍSICA. Dentre outras maravilhas, Fred Luz decretou na saideira que “estádio não é uma ciência exata”.

    . ABUNDÂNCIA x MISÉRIA. Nós aqui indo para o quinto patrocínio no Manto e o Vasco volta e meia bota na camisa uma tal de “Vasco Dívida Zero”, que soa até como deboche com os atletas, já que volta e meia rola uma pendura no salário.

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