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No Flamengo, maldição da camisa nove chega ao fim

Guerrero deu fim a maldição da camisa 9 no Flamengo. O número, que já foi usado por ídolos como Nunes e Gaúcho, caiu em desgraça por um longo período, e recentemente teve Deivid como representante de centroavantes que tinha a má sorte caminhando ao seu lado em relação ao gol. O sucesso relâmpago de Hernane, o Brocador, foi o respiro mais recente da camisa nove, negada por Vagner Love em 2012, quando o jogador preferiu a camisa 99.

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Antes de Guerrero, a camisa nove estava sendo usada por Alecsandro, que não caiu nas graças da torcida e foi negociado ao Palmeiras. Guerrero chegou, acabou com o caô com gols logo no início, e parece ter sepultado de vez a maldição recente. “É um jogador de muita experiência, um craque decisivo, impõe respeito e preocupação aos adversários. E confirma no campo. Vai continuar sendo decisivo”, comemorou o técnico Cristóvão.

Extra

Flamengo conquista 11 ouros na 5ª Etapa do Circuito Estadual de Natação Master

Os veteranos da Natação do Flamengo brilharam na disputa da 5ª etapa do Circuito Estadual. No final de semana passado, os rubro-negros faturaram 17 medalhas na piscina do Tijuca Tênis Clube, sendo 11 delas de ouro, além de 2 pratas e 4 bronzes. Outros dois representantes concluíram suas provas entre os 4º e 6º lugares. No ranking da etapa, o Fla somou 145 pontos.

 

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Flamengo vence Universitário de virada e é campeão da primeira etapa da Liga das Américas de Fut7

Nos últimos dias, o Peru conheceu a força do maior campeão da história do Futebol de 7. Até então passando em branco na temporada, o Flamengo conquistou o primeiro título de 2015 na madrugada dessa quarta-feira (27). Horas após confirmar presença na fase final da Liga das Américas, o Rubro-Negro voltou a entrar em campo no Complexo Manuel Bonilla, em Lima, e superou de virada o Universitário/PER, faturando a primeira etapa da competição continental.

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Ao contrário do que aconteceu em todas as partidas anteriores, o Flamengo não teve vida fácil na final contra o Universitário. Bem marcado, o melhor ataque da Liga das Américas não funcionou no primeiro tempo. Com um forte sistema defensivo, o time peruano conseguiu marcar um gol com 10 minutos e se segurou atrás, levando para o intervalo a vantagem mínima de 1 x 0.

Mas os gols que não saíram no primeiro tempo, apareceram na segunda etapa. Logo aos dois minutos, Sávio empatou a partida para o Flamengo. O empate incendiou o time, que pressionou e conseguiu virar aos 12 minutos, com Wesley. O Universitário sentiu o gol, e passou a encontrar dificuldade para produzir. A partida seguiu equilibrada, até que aos 24 minutos Daniel deu a cartada final. Em cobrança de shoot-out, o jogador venceu o goleiro adversário e decretou o placar da final: 3 x 1.

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Com o troféu de campeão na bagagem, o elenco do Flamengo volta do Peru para o Rio de Janeiro visando a disputa do Campeonato Carioca, onde busca o tricampeonato consecutivo. No entanto, o principal objetivo passou a ser a fase final da Liga das Américas, que será disputadas entre os dias 07 e 09 de agosto, com local à ser definido. Além de Flamengo e Universitário, finalistas em Lima, também participarão os melhores times das próximas etapas, que serão realizadas em Montevidéu/URU e no Rio de Janeiro/BRA.

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Pressão sobre Luxemburgo no Flamengo

O ambiente no Flamengo ficou pesado depois do empate por 2 a 2 com o Sport na tarde de domingo, no Maracanã. Mais do que o resultado, a maneira como a equipe se comportou em campo deixou a cúpula muito irritada. Isso aumenta a pressão em relação ao trabalho do técnico Vanderlei Luxemburgo, considerado insatisfatório pelos dirigentes, embora ninguém se atreva criticar publicamente o comandante.

A eliminação nas semifinais do Campeonato Carioca já foi vista com maus olhos, já que o Flamengo era apontado como o favorito na competição e sequer chegou às finais. Porém, a saída precoce na competição permitiu duas semanas de trabalhos de olho no Campeonato Brasileiro e até uma de intertemporada em Atibaia (SP), atendendo pedido do treinador.

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Com isso, a expecatativa era de que o time entrasse “voando” no Brasileirão. Mas o que se viu até aqui no Brasileiro é preocupante. Na estreia, uma derrota por 2 a 1 para o time misto do São Paulo. Depois, o péssimo desempenho contra o Sport no Maracanã. “Logicamente que não estamos satisfeitos com um ponto em dois jogos. É nítido que o trabalho precisa ser reforçado e vamos trabalhar para isso”, disse Alexandre Wrobel , vice-presidente de futebol, na saída do Maracanã.

Questionado se a diretoria tinha sua parcela de responsabilidade pela falta de reforços, o dirigente admitiu que o elenco precisa ser preenchido por conta de algumas carências, mas descartou que isso possa servir de desculpas. “Estamos trabalhando para apresentar novidades ainda esta semana. Mas independentemente de reforços, o elenco do Flamengo tem condições de render muito mais do que está apresentando”, avaliou.

Ciente de que a responsabilidade pode começar a cair ainda mais nas costas da comissão técnica, Vanderlei Luxemburgo tratou de dividir responsabilidades com todos no grupo. “Quando o time vence, é por nós, e quando o time perde, é por nós também. Se em toda derrota aparecer um culpado, a situação fica insustentável. O resultado de hoje e a nossa busca nos vinte minutos finais, mostram que podemos crescer lá na frente. Precisaremos recuperar, de algum jeito, esses pontos que deixamos de somar dentro de casa”, reconheceu em coletiva.

Vale lembrar que Vanderlei passou a ter uma sombra forte desde que Jayme de Almeida voltou a trabalhar como auxiliar da comissão técnica. Isso porque foi Jayme quem conduziu o Flamengo aos títulos da Copa do Brasil de 2013 e do Campeonato Carioca de 2014.

Dentro de campo, o elenco ganhou folga nesta segunda-feira, e a reapresentação acontece na tarde desta terça-feira, quando começa a preparação para o duelo contra o Avaí, no próximo domingo, às 16h (de Brasília), no Estádio da Ressacada, em Florianópolis (SC), pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro. Com um ponto conquistado apenas, caso não vença os catarinenses, os flamenguistas poderão entrar na zona de rebaixamento, o que tornaria de vez a Gávea em um caldeirão à beira de uma grande explosão.

GP

OPINIÃO: A culpa é das palavras. Mordaça no Luxemburgo!

Se não estivesse aqui digitando este artigo em meu notebook para publicar e difundir nas mais variadas redes sociais, eu poderia jurar que estamos nos anos 60. A punição ao técnico do Rubro-Negro, Vanderlei Luxemburgo, após tecer críticas à entidade que rege o futebol carioca (Ferj), me faz pensar que não estamos em pleno 2015.

Diante de um campeonato, que outrora já fora considerado o mais ‘charmoso’ do brasil, a competição carioca está longe de ser um programa atrativo. A desilusão dos torcedores com uma fórmula absurda, com um Estadual que já era deficitário, pasmem, fica a cada temporada pior. Será que ainda posso fazer críticas? Será a minha, ou sua crítica, a razão do esvaziamento dos estádios?

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Me perdoem, não tinha a intenção de deixar o Maraca vazio, até porque cumpri com meu papel jornalista e torcedora em preencher meu lugar na arquibancada. Mas ponho-me a pensar: proibir as pessoas de falarem mal de um campeonato (decadente) melhora tal competição?

Meus amigos, o problema do esvaziamento não está nas críticas, e sim nos fatos que dão origem a tais críticas. Proibir uma crítica não resolve o problema. É como uma pessoa que está doente, definhando, e não diz a seu médico suas dores. E vou além, tal medida é uma afronta a liberdade de expressão que é um direito constitucional.

Logo, percebe-se e repudia-se as atitudes que deixam transparecer a repressão à liberdade de imprensa, coisa ainda muito fresca na memória da Nação, por força das arbitrariedades cometidas durante o período totalitário da ditadura militar, onde imperaram a intolerância e o radicalismo.

Frente a tão flagrante hostilização dos direitos individuais, e olhando para as causas disso tudo, oportuno seria até indagar se a mordaça não estaria mais bem colocada na grande boca da FERJ et caterva que na da imprensa e clubes que movimentam milhões e alimentam os cofres da instituição de prática desportiva.

Vamos à luta. Mordaça, não! #MordaçaNão #FechadoComOLuxa