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Flamengo confirma oficialmente a contratação do pivô Anderson Varejão

O Flamengo confirmou oficialmente nesta quarta-feira através de sua conta oficial no Twitter a contratação do pivô Anderson Varejão, de 35 anos. De acordo com o comunicado do Rubro-Negro, ele vai integrar o elenco imediatamente. O perfil do @TimeFlamengo, dos Esportes Olímpicos da equipe, publicou também um vídeo do jogador, onde ele manda um abraço para a torcida e se diz ansioso por vestir as cores da equipe carioca. O contrato é de 20 meses. A apresentação oficial de Varejão será feita no Salão Nobre da sede social do clube, na Gávea, às 12h30 (de Brasília), nesta quinta-feira.

– Fala, galera do Mengão, Nação Rubro-Negra, aqui é o Anderson Varejão, estou aqui para mandar um abraço para todo mundo, falar que eu estou muito feliz, empolgado, não vejo a hora de chegar aí, colocar o Manto Sagrado e defender o Mengão daquele jeito, com muita raça dentro de quadra, sem bola perdida, para cima, continuar dando alegria para essa torcida maravilhosa. Valeu, estamos juntos – disse o jogador.

O jogador e o Rubro-Negro ainda fizeram uma brincadeira na rede social. Ele postou uma foto arrumando sua mala com uma camisa rubro-negra dentro. O perfil @TimeFlamengo postou um emoticon com dois olhos, ou seja, estava de olho no atleta. Depois, a conta oficial do Clube de Regatas do Flamengo marcou Varejão e o @TimeFlamengo e brincou: “Perdão, estou atrapalhando alguma coisa”. O diálogo seguiu com Varejão perguntando se o @TimeFlamengo tinha alguma coisa para falar. E a resposta foi: “Não! Tu mesmo vai falar!”. Depois, o vídeo foi postado.

Para José Neto, técnico do Flamengo, através de uma nota oficial, o time deu mais uma vez a demonstração de entidade comprometida com a evolução do esporte nacional: “repatriar um jogador como Anderson Varejão, que há cerca de 15 anos estava na Europa e na NBA jogando em grandes equipes e conquistando títulos, é uma contribuição não só para o basquete do Flamengo, acrescentando muito para a equipe, mas também para a modalidade no Brasil como um todo. Além de todos saberem que ele é rubro-negro nato, a cara do Flamengo”, dizia o comunicado.

A volta de Varejão acontece dezesseis anos após o jogador deixar o Franca, rumar para Barcelona e logo depois fazer uma longa carreira de sucesso na NBA, o pivô capixaba se acertou com o Rubro-Negro. A informação foi antecipada pelo GloboEsporte.com no dia 15 de janeiro. Sem equipe desde que deixou o Golden State Warriors na temporada 2016/17, Varejão também flertou com o Franca, mas se decidiu pelo time carioca. Quando ainda atuava em Oakland, ele chegou a dar uma camisa do Flamengo para Klay Thompson. O prazo para inscrição de jogadores no NBB se encerra no dia 18 de janeiro, quinta-feira.

Ainda em novembro, o Flamengo apresentou proposta por Anderson Varejão. Convocado para defender a seleção brasileira nas Eliminatórias Fiba para a Copa do Mundo de 2019, na China, o jogador informou aos cariocas que aguardaria, já que ainda esperava uma proposta da NBA, pois sentia que poderia atuar na liga americana novamente. Com duas boas atuações diante de Chile e Venezuela, o pivô esperou até o último instante da janela do Novo Basquete Brasil.

Anderson Varejão vai chegar ao Flamengo com o time na liderança do Novo Basquete Brasil. O Rubro-Negro tem 13 jogos e 11 vitórias e, na última rodada, bateu o Vitória fora de casa, por 76 a 68. Na próxima rodada, no dia 18, sexta-feira, às 20h, o Flamengo terá o Botafogo pela frente em clássico na Arena Carioca 1 com torcida única e rubro-negra. O atleta estará por lá.

GE

Por que o Flamengo ainda não ter contratado não é surpresa

O torcedor do Flamengo que entra nos sites esportivos se faz sempre a mesma pergunta: “Onde estão as contratações?”

Pois saiba que isto não é surpresa nenhuma se compararmos 2018 com os últimos três anos do clube da Gávea.

Desde que o diretor de futebol Rodrigo Caetano chegou ao time rubro-negro, no início de 2015, a maioria esmagadora dos reforços do Flamengo chegaram a partir de quase da metade do ano.

O primeiro deles e talvez um dos mais badalados foi Paolo Guerrero. O atacante peruano, que havia dito à oportunidade que não trocaria o Corinthians por nenhum time brasileiro, foi contratado em maio. Depois, em julho, Éderson chegou para assumir a camisa 10 eternizada por Zico.

Mesmo com esses jogadores, o Fla terminou o Brasileiro daquele ano apenas na 10ª colocação e chegou a flertar com a zona de rebaixamento. Na Copa do Brasil, novo mau resultado: parou nas oitavas, ao perder para o grande rival Vasco da Gama.

Em 2016 foi a mesma história. Afinal, chegaram o zagueiro Réver e o meia Diego, em junho e julho daquela temporada. Nada que o capitão e o habilidoso ex-santista pudessem mudar o fato da equipe ter sido desclassificada pelo chileno Palestino, nas oitavas da Copa Sul-Americana, caído na segunda fase para o Fortaleza na Copa do Brasil e ter terminado o Brasileirão em terceiro lugar, mesmo tendo brigado pelo título junto com o Palmeiras.

No ano que passou, o planejamento mais uma vez foi atrasado, mas, desta vez, o gasto foi ainda maior. Diego Alves desembarcou da Espanha com pompa e sendo um dos goleiros mais pedidos para integrarem a seleção brasileira de Tite após boas temporadas pelo Valencia; Rodolpho, ex-São Paulo e Grêmio, veio para ser titular da zaga rubro-negra; Éverton Ribeiro chegou dos Emirados Árabes com a função de dividir a badalação com Guerrero e Diego; Geuvânio, por fim, foi contratado por empréstimo após curta passagem pela China.

Mesmo com o elenco mais recheado do futebol brasileiro, ao lado do ricaço Palmeiras, o Fla não passou de resultados melhores além do título Carioca. Na Copa do Brasil e na Copa Sul-Americana, acabou com o vice-campeonato ao perder para Cruzeiro e Independiente, da Argentina, respectivamente. No Brasileiro, ficou apenas com a sexta colocação. E isso tudo sem levar em conta o vexame na Libertadores, quando acabou sendo eliminado precocemente na fase de grupos.

Em 2018, a tendência é, inclusive, que nada mude. Em entrevista ao programa Bem, Amigos, Rodrigo Caetano afirmou que o Flamengo não tem tanto dinheiro quanto às pessoas pensam e que o clube não irá ao mercado no início deste ano.

flamengo

“Algumas dessas contrações realizadas no meio do ano a gente entende que terão uma melhora de performance. E que fique claro, o Flamengo tem hoje muita responsabilidade nos seus compromissos, está entre as quatro ou cinco (maiores) folhas de pagamento do Brasil, é fato, mas o Flamengo não tem capacidade de aquisição como muitos aqui apregoam. O Flamengo só vai poder, quem sabe, adquirir jogador numa venda de outro”, disse.

Segundo o próprio Caetano, a estimativa é que o Fla tenha só R$ 5 milhões para gastar com reforços.

O dirigente até fez a mea culpa e citou Éverton Ribeiro como exemplo para as contratações virem apenas no meio do ano e terem mais dificuldades de darem certo.

“Esse é o dilema, é o problema quando você traz jogadores em meio de temporada aqui e final de temporada lá. Ele entraria de férias, e aqui ele estende o seu trabalho no mínimo até o final de ano”, afirmou.

O jogador mais perto de chegar ao Flamengo é Zeca. O lateral-esquerdo afirmou recentemente que tem um acerto verbal com o time carioca e que falta apenas a assinatura do contrato. Entretanto, o clube ainda tem receio de anunciar a negociação, uma vez que o campeão olímpico com a seleção brasileira em 2016 está envolvido em um imbrógilo jurídico com o Santosm que pretende uma compensação financeira para liberá-lo.

Invasão do Maracanã: misto de ausência do poder público, caos social e higienização dos estádios

Você sabe quantos homens trabalharam na final da Copa Sul-americana no Maracanã? O Gepe (Grupamento Especial de Policiamento em Estádios), da Polícia Militar, contava com 320. Seguranças contratados seriam inicialmente 798, mas depois a quantidade foi aumentada para 887. Já a Guarda Municipal mandou 190 e o 6° Batalhão da PM tinha 220 homens no policiamento externo. Total: 1.617, segundo a administração do estádio, que ainda assim foi invadido. Controlar aquele ataque não era tarefa simples, mas já se sabia que aconteceria.

O blog detalhou a invasão na noite da primeira peleja decisiva da Copa do Brasil, três meses e cinco dias antes da barbárie de quarta-feira passada — clique aqui e leia. Não se trata de concordar com o que aconteceu, mas é preciso tentar entender, e há um ponto importante que merece reflexão. No passado, milhões queriam ir ao jogo decisivo e não cabia todo mundo lá. A maioria aceitava, se conformava, porque via outras partidas e sabia que na próxima final poderia ter mais sorte e comprar ingresso.

Mesmo assim havia quem entrasse sem pagar, na marra. Não no volume absurdo da semana passada, mas acontecia. Vi pessoas escalando os portões monumentais do então maior estádio do mundo no Flamengo 3 x 1 Vasco da Taça Guanabara em 4 de abril de 1976. Jogo de turno, nada decisivo, visto por 174.770 pagantes e um sem número de penetras. Na época comprávamos ingressos na hora, mas o número de pessoas que foi àquela partida superou largamente as mais otimistas das expectativas. Decepcionado, voltei para casa com meu pai e ouvi pelo rádio.

Cinco anos depois, também no clássico dos milhões, daquela vez valendo o título carioca, um amigo nos encontrou na arquibancada com o ingresso intacto nas mãos. Foi impossível chegar às roletas de acesso. Empurrado pela massa humana até o portão, não teve opção além de escalá-lo e pular a imensa grade. Foram 161.989 pagantes e milhares que invadiram naquele 6 de dezembro de 1981. Até mesmo a final da Copa de 1950 teve invasão. Em 16 de julho de 1950, Brasil 1 x 2 Uruguai recebeu 173.850 torcedores como público oficial, mas muitos afirmam que lá dentro eram mais de 200 mil brasileiros.

E havia a geral, setor que concentrava os mais pobres e dava um tom mais democrático ao velho Maraca. Hoje o torcedor sem maiores condições financeiras está totalmente afastado dos jogos. Pelas mudanças ocorridas e por opção do Flamengo. Esse rubro-negro não pode mais ver seu time, fecharam a porta na cara dele, apesar de sobrarem milhares de cadeiras vazias em quase todas as partidas, exceção são essas, especialíssimas.

Os ingressos têm preços proibitivos na maioria das pelejas do time de maior torcida no país. Se o flamenguista não é sócio torcedor, ir a um jogo vira programa restrito à classe média alta, de tão caro. Isso é responsabilidade do clube, que vira as costas para parte significativa do seu povo, prefere públicos pequenos do que essa turma de duros por lá. Sim, a higienização dos estádios tem parcela nisso aí.

Aí há uma torcida organizada banida, cujos integrantes nada têm a perder e armam “bondes” de invasão. Isso acontece mais de uma vez. Sabendo do movimento, parte dos excluídos de todos os jogos engrossam essa turba. É um misto de vandalismo com reação à segregação. O cara não vê mais o time dele, não deixam, em jogo algum. Então também vira franco-atirador.

Sim, é cumulativo. Então explode. E por que explode? Porque o governo, o poder público não está presente em vários momentos no Rio de Janeiro, onde o caos impera. E pessoas fazem o que jamais tentariam, não fosse o ambiente semianárquico do Estado quebrado, sem pagar servidores, com hospitais em frangalhos, ex-governadores presos e onde o crime domina de diversas formas.

Reforçando o que escrevi no segundo parágrafo, não se trata de concordar com as barbaridades da noite de 13 de dezembro, mas buscar compreender o que se passou. Em 1992 já havia arrastão na praia de Ipanema. O “bonde da invasão” de certa forma até demorou a ganhar corpo no Maracanã. Muita gente que jamais poderá comprar ingressos nas condições atuais se planta diante de um dos portões. Veem aquilo como uma chance. Numa espécie de terra de ninguém, eles sabem: o bonde vai passar, o bicho vai pegar, e ninguém vai segurar. Nem a PM!

O contingente na final da Sul-americana:
Gepe 320
Segurança privada 887
Guarda Municipal 190
6º Batalhão 220*
Total: 1.617
* policiamento externo
Fonte: Maracanã
Mauro Cezar Pereira, blogueiro do ESPN.com.br

O que pode acontecer com Flamengo por violência no Maracanã

O Flamengo foi denunciado pela Conmebol pelas cenas de violência registradas dentro e fora do Maracanã na final da Copa Sul-Americana contra o Independiente-ARG. O regulamento da entidade sul-americana responsabiliza o clube pelo comportamento de seus torcedores, e as penas vão desde uma advertência até a desclassificação, por exemplo, da Taça Libertadores de 2018.

É assim também nos regulamentos da CBF e Fifa. Todos preveem punição aos clubes em caso de episódios de “tumulto, desordem, violência, conduta imprópria”, entre outras coisas, praticados por seus fãs. No Brasil, foi o que aconteceu, por exemplo, com Vasco e Ponte Preta, punidos pelo STJD por comportamentos inadequados nas arquibancadas durante a Série A de 2017.

No caso da Conmebol, o Código Disciplinar da entidade afirma, em seu artigo 6, que, além do comportamento dos torcedores, “os clubes são responsáveis pela segurança e ordem tanto no interior como nas intermediações do estádio, antes, durante e depois da partida da qual sejam anfitriões ou organizadores”. É o trecho que se encaixa no caso do Flamengo.

Ao todo, são 17 possíveis punições previstas no código. São elas: advertência; repreensão; multa (que pode chegar até a US$ 400 mil ou R$ 1,3 milhão); anulação de partida; repetição de partida; perda de pontos; mudança de resultado; jogar com portões fechados; interdição do estádio; proibição de atuar em um estádio; obrigação de jogar em outro país; desclassificação de competição em andamento ou futura; retirada de prêmio ou título; rebaixamento; licença cassada; proibição de venda de ingressos; e proibição de realizar transferências.

Recentemente, a pena mais pesada aplicada pela Conmebol em caso de confusão causada por torcedores foi a dada ao Boca Juniors, em 2015, que acabou excluído da Libertadores por problemas registrados na Bombonera em clássico contra o River Plate, válido pelas oitavas de final da competição – o rival, então, avançou automaticamente para as quartas.

O que dizem CBF e Fifa?

Os regulamentos da CBF e da Fifa também preveem responsabilidade ao clube por atos cometidos por torcedores. Foram eles que embasaram as decisões do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) nos casos de Vasco e Ponte Preta, sancionados recentemente no Brasileiro.

O Regulamento Geral de Competições da entidade brasileira afirma que “os clubes, sejam mandantes ou visitantes, são responsáveis por qualquer conduta imprópria do seu respectivo grupo de torcedores nos termos do artigo 67 do Código Disciplinar da FIFA, que, por sua vez, diz:

“A associação ou clube mandante é responsável por conduta imprópria entre os espectadores, independentemente da questão de conduta culposa ou descuido culpável, e, dependendo da situação, pode ser multado. As sanções podem ser impostas em caso de graves perturbações.”

A entidade brasileira ainda exemplifica condutas impróprias, citando “tumulto, desordem, invasão de campo, violência contra pessoas ou objetos, uso de laser ou de artefatos incendiários, lançamento de objetos, exibição de slogans ofensivos ou com conteúdo político, ou sob qualquer forma, a utilização de palavras, gestos ou músicas ofensivas.”

Nas regras da Fifa, as penas previstas para esses casos são: proibição de realizar transferências; jogo com portões fechados; jogo em campo neutro; proibição de atuar em um estádio; anulação de resultado; expulsão; multa; perda de pontos; e rebaixamento.

Já no Brasil, as sanções são guiadas pelo CBJD (Código Brasileiro de Justiça Desportiva), que prevê, por exemplo, jogos com portões fechados, multas (que podem se somar em caso de ocorrência em mais de um artigo) e também exclusão de competição nos casos mais graves.

No caso do Vasco, punido justamente após clássico contra o Flamengo, o STJD decidiu tirar seis mandos de campo do clube, interditar São Januário, impedir a equipe de atuar no Rio (o estádio escolhido deveria ficar a ao menos 100km da capital) e ainda determinou multa de R$ 75 mil.

ESPN

Flamengo terá grana mais curta para Libertadores de 2018

Garantido na fase de grupos da Libertadores pelo segundo ano consecutivo – o que não acontecia desde os anos de 2007 e 2008 -, o Flamengo quer manter a base da equipe desta temporada e fazer poucos investimentos na equipe. O total destinado ao futebol não deve ser muito diferente deste ano – quando o clube comprometeu cerca de R$ 60 milhões em contratações -, mas a maior parte desta verba servirá para quitar espécie de carnê 2017.

A diretoria tem importantes gastos previstos para o início de 2018 – por Cirino, serão R$ 18 milhões, para comprar os direitos do jogador junto à Doyen Sports. Ainda falta também pagar por Berrío, ao Atlético de Medellín, mais de R$ 6 milhões, por Mancuello, ainda R$ 2 milhões, Renê, R$ 1 milhão, Rodinei, R$ 1,5 milhão. Na soma com outros atletas, mais R$ 18 milhões. Os números estão expostos no balanço do Flamengo.

libertadores

Para 2018, o investimento deve ser um pouco menor dos que os R$ 60 milhões de 2017. Mas há posições em que o Flamengo já se movimenta no mercado. O técnico Reinaldo Rueda quer mais um zagueiro no elenco. E pediu um zagueiro jovem.

Para o treinador colombiano, a média de idade da zaga é muito alta. Dos cinco zagueiros do elenco, os três que mais jogam estão acima dos 30 anos: Juan, 38 anos, Réver, 32, e Rhodolfo, 31. Rafael Vaz, que não tem permanência garantida para 2018, tem 29. Prata da casa, Léo Duarte tem 21 anos. Na mira do Flamengo, Pablo, campeão brasileiro do Corinthians, tem 26 anos.

O Flamengo também busca atacantes – de lado de campo e centroavantes. Ainda depende da situação de Guerrero, que pode ter resultado do julgamento na Fifa nesta segunda-feira. Ainda assim, com Berrío machucado e a possibilidade de perder Vinicius Júnior para o Real Madrid no meio do ano, o Flamengo busca mais de um jogador para atuar no ataque.

GE